Alckmin e Aécio se reúnem para discutir o golpe

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador mineiro Aécio Neves, que disputam espaço dentro do PSDB pela chance de ser o candidato tucano à presidência em 2018, se reuniram a portas fechadas para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira em Brasília; à noite, a cúpula do PSDB também debaterá o assunto com o ex-presidente FHC

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador mineiro Aécio Neves, que disputam espaço dentro do PSDB pela chance de ser o candidato tucano à presidência em 2018, se reuniram a portas fechadas para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira em Brasília; à noite, a cúpula do PSDB também debaterá o assunto com o ex-presidente FHC
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador mineiro Aécio Neves, que disputam espaço dentro do PSDB pela chance de ser o candidato tucano à presidência em 2018, se reuniram a portas fechadas para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira em Brasília; à noite, a cúpula do PSDB também debaterá o assunto com o ex-presidente FHC (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador mineiro Aécio Neves, que disputam dentro do PSDB a chance de ser o candidato tucano à Presidência da República em 2018, se reuniram nesta quinta-feira 10), em Brasília, para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. À noite, a cúpula tucana tem um encontro com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para discutir novamente o assunto.

Aécio e Alckmin fizeram uma reunião rápida logo após o evento de inauguração do escritório do governo de São Paulo na capital federal. Antes da reunião, que aconteceu a portas fechadas, Alckmin conversou com diversos prefeitos e parlamentares, muitos deles membros da base aliada do Governo no Congresso Nacional.

Ao término do evento, Alckmin voltou a afirmar que o mecanismo do impeachment está previsto em lei e não pode ser taxado de "golpe". "A constituição não é golpista", disse.

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