Aldo: ninguém vai cogitar reduzir o mandato presidencial

Ex-líder do governo, ministro da Ciência e tecnologia, Aldo Rebelo (PCdoB), reconhece que a atual aliança partidária ainda procura lideranças para dar rumo, mas afasta possibilidade de ruptura no Congresso: “Ninguém vai cogitar a hipótese de reduzir o mandato presidencial”; segundo ele, há uma reação organizada aos efeitos indesejáveis da investigação da operação Lava Jato; mas diz que destruir o patrimônio de interesse público e nacional é inadmissível. Fragilizar e expor a Petrobras e as construtoras...” 

Ex-líder do governo, ministro da Ciência e tecnologia, Aldo Rebelo (PCdoB), reconhece que a atual aliança partidária ainda procura lideranças para dar rumo, mas afasta possibilidade de ruptura no Congresso: “Ninguém vai cogitar a hipótese de reduzir o mandato presidencial”; segundo ele, há uma reação organizada aos efeitos indesejáveis da investigação da operação Lava Jato; mas diz que destruir o patrimônio de interesse público e nacional é inadmissível. Fragilizar e expor a Petrobras e as construtoras...” 
Ex-líder do governo, ministro da Ciência e tecnologia, Aldo Rebelo (PCdoB), reconhece que a atual aliança partidária ainda procura lideranças para dar rumo, mas afasta possibilidade de ruptura no Congresso: “Ninguém vai cogitar a hipótese de reduzir o mandato presidencial”; segundo ele, há uma reação organizada aos efeitos indesejáveis da investigação da operação Lava Jato; mas diz que destruir o patrimônio de interesse público e nacional é inadmissível. Fragilizar e expor a Petrobras e as construtoras...”  (Foto: Roberta Namour)

247 – Ex-ministro da Articulação política do governo Lula, o ministro da Ciência e tecnologia, Aldo Rebelo (PCdoB), reconhece que a atual aliança partidária ainda procura lideranças para dar rumo, mas afasta possibilidade de ruptura no Congresso: “Ninguém vai cogitar a hipótese de reduzir o mandato presidencial”.

Em entrevista ao Valor, ele diz que há uma reação organizada aos efeitos indesejáveis da investigação da operação Lava Jato; mas afirma que destruir o patrimônio de interesse público e nacional é inadmissível. Fragilizar e expor a Petrobras e as construtoras...”.

“As empresas precisam continuar operando com todas as suas prerrogativas, e os culpados pela corrupção, punidos” (leia mais).

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