Altman: afastar Vaccari seria ato indigno do PT

Em novo artigo, o colunista Breno Altman contesta a posição de integrantes do PT, como Tarso Genro e Marco Aurélio Garcia, que defendem o afastamento de João Vaccari da tesouraria do partido; "Nenhuma das manifestações exigiu providência equivalente a respeito dos presidentes da Câmera e do Senado", lembra Altman, pontuando que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) também são investigados na Lava Jato; além de ferir a presunção de inocência, Altman afirma que afastamento seria "mau passo em se tratando de processo pontuado por distorções e manipulações, alimentado por delações premiadas de criminosos ansiosos para salvar o próprio pescoço, pressionados a apontar o dedo na direção do PT em troca de alvará que avidamente perseguem"

Em novo artigo, o colunista Breno Altman contesta a posição de integrantes do PT, como Tarso Genro e Marco Aurélio Garcia, que defendem o afastamento de João Vaccari da tesouraria do partido; "Nenhuma das manifestações exigiu providência equivalente a respeito dos presidentes da Câmera e do Senado", lembra Altman, pontuando que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) também são investigados na Lava Jato; além de ferir a presunção de inocência, Altman afirma que afastamento seria "mau passo em se tratando de processo pontuado por distorções e manipulações, alimentado por delações premiadas de criminosos ansiosos para salvar o próprio pescoço, pressionados a apontar o dedo na direção do PT em troca de alvará que avidamente perseguem"
Em novo artigo, o colunista Breno Altman contesta a posição de integrantes do PT, como Tarso Genro e Marco Aurélio Garcia, que defendem o afastamento de João Vaccari da tesouraria do partido; "Nenhuma das manifestações exigiu providência equivalente a respeito dos presidentes da Câmera e do Senado", lembra Altman, pontuando que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) também são investigados na Lava Jato; além de ferir a presunção de inocência, Altman afirma que afastamento seria "mau passo em se tratando de processo pontuado por distorções e manipulações, alimentado por delações premiadas de criminosos ansiosos para salvar o próprio pescoço, pressionados a apontar o dedo na direção do PT em troca de alvará que avidamente perseguem" (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - O jornalista Breno Altman, diretor do Opera Mundi e colunista do 247, condena a iniciativa de integrantes do PT, que se manifestaram em favor do afastamento do tesoureiro do partido, João Vaccari.

"Tarso Genro, ex-governador gaúcho, e Marco Aurélio Garcia, assessor internacional da presidente Dilma Rousseff, por exemplo, vieram a público defender esse ponto de vista, em entrevistas recentes a veículos da velha mídia", diz ele. "A corrente Mensagem ao Partido, a segunda mais importante da agremiação, anunciou que irá pedir formalmente este encaminhamento a Rui Falcão, presidente da sigla."

Segundo Altman, trata-se de um grave erro. "Nenhuma das manifestações exigiu providência equivalente a respeito dos presidentes da Câmera e do Senado ou dos demais parlamentares que estão na mesma situação do dirigente petista, tratando-a como solução geral e republicana para todos os envolvidos".

Além de ferir a presunção de inocência, "agrava-se o mau passo em se tratando de processo pontuado por distorções e manipulações, alimentado por delações premiadas de criminosos ansiosos para salvar o próprio pescoço, pressionados a apontar o dedo na direção do PT em troca de alvará que avidamente perseguem."

"Um partido que acredita na inocência e na lisura dos atos praticados por seus dirigentes, por fim, não os entrega aos lobos à espera de arrefecer o apetite da alcateia."

Leia a íntegra em "Afastamento de Vaccari seria atropelo".

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