Barbosa só pretende definir candidatura em julho

A informação é do colunista Lauro Jardim e frustra os planos de dirigentes do PSB

Ex-presidente do STF Joaquim Barbosa 08/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Ex-presidente do STF Joaquim Barbosa 08/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – "Que não se espere pressa de Joaquim Barbosa. Os dirigentes do PSB se frustraram na quinta-feira com suas evasivas para assumir de vez a disputa pela Presidência, surfando na onda da ótima (para ele) pesquisa do Datafolha. Barbosa, no entanto, de acordo com o que disse a um interlocutor, só pretende se definir em julho — portanto, na undécima hora, quando se considera o prazo legal para a realização das convenções partidárias", informa o colunista Lauro Jardim. "Quem no partido queria uma decisão no máximo até maio, deve procurar uma cadeira para esperar sentado."

Confira, abaixo, a mais recente pesquisa Datafolha com Joaquim Barbosa:

O Instituto Datafolha divulgou neste domingo (15) uma pesquisa sobre as eleições presidenciais deste ano comparando diferentes cenários e analisando a chance de os candidatos chegarem ao segundo turno. Pelos dados, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 31% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), com 15% e pela ex-ministra Marina Silva (Rede) com 10%.

Em quarto lugar, aparece o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (PSB) com 8%.  O ex-governador de São Paulo e presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, conta com  6% das intenções de votos, em seguida vêm o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 5%, e o senador Álvaro Dias  (Podemos-PR), com 3%.

A pesquisa foi feita em 227 municípios brasileiros, onde foram ouvidas 4.194 pessoas entre quarta (11) e sexta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Dentre as hipóteses analisadas pelo instituto, a maior mudança de cenário ocorre quando o ex-presidente Lula não está entre os candidatos. Preso no último dia 7, após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a uma pena de 12 anos e um mês, Lula pode não ser elegível, pois a Lei da Ficha Limpa prevê a impugnação de políticos condenados em segunda instância.

Nos cenários em que Lula não concorreria ao pleito de outubro, Jair Bolsonaro aparece com 17% das intenções, empatado tecnicamente com Marina Silva, com 15%.

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