Boulos: "a base tucana foi tomada de assalto pelo bolsonarismo em 2018 e não demonstra nenhuma intenção de retorno"

Guilherme Boulos criticou a atenção midiática desproporcional às prévias presidenciais tucana e disparou: "o PSDB não tem mais qualquer projeto de país, apenas de poder, e mesmo nesse vai mal das pernas. Quem não consegue gerir sequer um aplicativo não tem a menor condição de gerir o Brasil"

Guilherme Boulos
Guilherme Boulos (Foto: Mídia NINJA)
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247- O pré-candidato do Psol ao governo de São Paulo, Guilherme Boulos, disse em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, que o PSDB, responsável nos últimos 20 anos pela polarização das eleições nacionais com o PT, “não existe mais''.  Segundo Boulos, a queda do partido começou em 2014, quando Aécio Neves não aceitou a derrota eleitoral, destruindo a base social do partido.

“Entusiasmados com a onda de antipolítica —crentes de que se beneficiariam dela—, os tucanos foram engolidos pelo turbilhão e varridos por Bolsonaro. [...] A base tucana foi tomada de assalto pelo bolsonarismo em 2018 e não demonstra nenhuma intenção de retorno", afirmou.

Boulos também faz referência ao projeto político tucano, “destruído pelo oportunismo de João Doria”.

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“Não há compromisso com nenhuma ideia a não ser os interesses da Faria Lima. O PSDB não tem mais qualquer projeto de país, apenas de poder, e mesmo nesse vai mal das pernas”, completou.

O pré-candidato do Psol ao governo de São Paulo também fez críticas às prévias presidenciais tucana, que tem recebido “atenção midiática desproporcional” evidenciando um desespero constrangedor na busca de uma terceira via. "Quem não consegue gerir sequer um aplicativo não tem a menor condição de gerir o Brasil".

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“Enquanto Lula, líder em todas as pesquisas, reunia-se com chefes de Estado na Europa e era aplaudido de pé pelo Parlamento europeu, as manchetes estampavam uma disputa quixotesca de quem seria indicado pelo PSDB, que não passa hoje de 3% de intenção de votos”.

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