Câmara derruba proposta que daria R$ 3,6 bi a fundo eleitoral

O Plenário da Câmara do Deputados aprovou, por 441 votos a 1, o destaque do PT e retirou da PEC da reforma política o dispositivo que vinculava 0,5% da receita corrente líquida (RCL) ao fundo público para campanhas eleitorais; ainda falta, porém, votar o restante do texto que cria o fundo; segundo a ordem estabelecida, isso ocorrerá depois da votação do sistema eleitoral

O Plenário da Câmara do Deputados aprovou, por 441 votos a 1, o destaque do PT e retirou da PEC da reforma política o dispositivo que vinculava 0,5% da receita corrente líquida (RCL) ao fundo público para campanhas eleitorais; ainda falta, porém, votar o restante do texto que cria o fundo; segundo a ordem estabelecida, isso ocorrerá depois da votação do sistema eleitoral
O Plenário da Câmara do Deputados aprovou, por 441 votos a 1, o destaque do PT e retirou da PEC da reforma política o dispositivo que vinculava 0,5% da receita corrente líquida (RCL) ao fundo público para campanhas eleitorais; ainda falta, porém, votar o restante do texto que cria o fundo; segundo a ordem estabelecida, isso ocorrerá depois da votação do sistema eleitoral (Foto: Gisele Federicce)
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Agência Câmara - O Plenário da Câmara do Deputados aprovou, por 441 votos a 1, o destaque do PT e retirou da PEC da reforma política (Proposta de Emenda à Constituição 77/03) o dispositivo que vinculava 0,5% da receita corrente líquida (RCL) ao fundo público para campanhas eleitorais.

Entretanto, ainda falta votar o restante do texto que cria o fundo. Segundo a ordem estabelecida, isso ocorrerá depois da votação do sistema eleitoral.

Após a votação, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, encerrou os trabalhos devido ao término da duração da sessão e convocou outra para análise da Medida Provisória 777/17, que extingue a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e cria a Taxa de Longo Prazo (TLP) para financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A PEC da reforma política voltará a ser analisada em Plenário na próxima semana.

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