Câmara irá colaborar com o País, diz Temer

Vice-presidente e articulador político do governo disse nesta quarta-feira, 12, ter convicção de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não teve intenção de isolar a Câmara dos Deputados ao propor ao governo uma agenda para o país; "A sensação que eu tenho é que a Câmara vai colaborar, porque também está preocupada com o país", disse Temer, acrescentando que levará à bancada do PMDB a mensagem para que a Câmara participe dos esforços de superação da crise", afirmou; Michel Temer se reuniu com o ex-presidente Lula e líderes do Senado no Palácio do Jaburu

Vice-presidente e articulador político do governo disse nesta quarta-feira, 12, ter convicção de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não teve intenção de isolar a Câmara dos Deputados ao propor ao governo uma agenda para o país; "A sensação que eu tenho é que a Câmara vai colaborar, porque também está preocupada com o país", disse Temer, acrescentando que levará à bancada do PMDB a mensagem para que a Câmara participe dos esforços de superação da crise", afirmou; Michel Temer se reuniu com o ex-presidente Lula e líderes do Senado no Palácio do Jaburu
Vice-presidente e articulador político do governo disse nesta quarta-feira, 12, ter convicção de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não teve intenção de isolar a Câmara dos Deputados ao propor ao governo uma agenda para o país; "A sensação que eu tenho é que a Câmara vai colaborar, porque também está preocupada com o país", disse Temer, acrescentando que levará à bancada do PMDB a mensagem para que a Câmara participe dos esforços de superação da crise", afirmou; Michel Temer se reuniu com o ex-presidente Lula e líderes do Senado no Palácio do Jaburu (Foto: Aquiles Lins)
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BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer, disse nesta quarta-feira ter convicção de que a Câmara dos Deputados também vai colaborar com o país e que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não teve a intenção de isolar os deputados ao propor ao governo uma agenda para o país.

Após se reunir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras lideranças no Palácio do Jaburu, Temer disse ainda que aproveitará um almoço com deputados peemedebistas nesta quarta-feira para chamar a Câmara a participar da agenda para o país.

"Ele (Renan) jamais quis isolar, digamos assim, o Senado em relação à Câmara", garantiu Temer. "A ideia do presidente Renan foi, ao apresentar uma proposta que nasceu no Senado e de sua lavra, chamar a Câmara dos Deputados", acrescentou.

Temer afirmou ainda que Lula considerou positivas as declarações dadas por ele na semana passada, quando o vice-presidente reconheceu a gravidade da crise política no país.

Na ocasião, o vice-presidente fez um apelo pela reunificação do país após o governo ver avançar na Câmara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tem impacto nas contas públicas.

"O ex-presidente Lula achou positiva a minha declaração na semana passada, quando alertei para a gravidade da crise", disse.

Os comentários do vice, na ocasião, abriram espaço para a interpretação de que ele estaria se colocando como alternativa em um momento em que ganham força as especulações em torno da abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Tal intenção foi negada por Temer em conversa com Dilma.

Em um momento em que o governo concentra seus esforços de rearticulação da base aliada no Senado diante de uma situação na Câmara classificada de "inadministrável" por um líder da base, Temer almoçará com deputados peemedebistas nesta quarta-feira.

"A sensação que eu tenho é que a Câmara vai colaborar, porque também está preocupada com o país", disse Temer, acrescentando que levará à bancada do PMDB a mensagem para que a Câmara participe dos esforços de superação da crise.

Na terça-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticou a estratégia do governo da presidente Dilma Rousseff de concentrar no Senado os esforços de reconstrução de sua base de apoio. Cunha alegou que era uma tentativa de dizer que só existe o Senado e que está tudo bem. "Mas isso não vai constranger a Câmara", declarou.

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