Cármen Lúcia recebeu estudo para barrar novos benefícios para juízes

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, recebeu em agosto de 2017 um estudo do corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), João Otávio de Noronha, para barrar a criação de benefícios semelhantes ao auxílio-moradia; o projeto ainda não saiu do papel e a única providência tomada por Cármen Lúcia foi a criação de uma comissão para analisar o estudo, que prevê a padronização das folhas de pagamento de todos os tribunais do país

Brasília - A presidente do Conselho Nacional de Justiça, Cármen Lúcia, preside reunião extraordinária do órgão(Antônio Cruz/Agência Brasil)
Brasília - A presidente do Conselho Nacional de Justiça, Cármen Lúcia, preside reunião extraordinária do órgão(Antônio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Charles Nisz)

247 - A presidente do Supremo Tribunal Federal(STF), ministra Cármen Lúcia, recebeu em agosto de 2017 um estudo do corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), João Otávio de Noronha, para barrar a criação de benefícios semelhantes ao auxílio-moradia.  Segundo a coluna da jornalista Mônica Bérgamo, o projeto ainda não saiu do papel.

Por enquanto, a única providência tomada por Cármen Lúcia foi a criação de uma comissão para analisar o estudo feito por Noronha. A proposta prevê a padronização das folhas de pagamento de todos os tribunais do país, estabelecendo rubricas e nomes iguais para os benefícios já existentes. A criação de novos abonos seria comunicada ao CNJ e precisaria de aprovação prévia do órgão.

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