Centrão só mexe na aposentadoria se ocupar ministérios tucanos

Os partidos que se uniram para salvar Michel Temer do crime de corrupção passiva já aumentam a pressão sobre o governo para entregar os cargos dos partidos "infiéis", como os do PSDB; nos bastidores, os partidos da base afirmam que, se não forem atendidos, vão interditar o debate sobre a reforma da Previdência, bandeira prioritária de Temer após a superação da denúncia no plenário da Câmara; dirigentes do centrão tratam como "piada" a tentativa do governo de retomar essa discussão antes do pagamento dessas faturas

Os partidos que se uniram para salvar Michel Temer do crime de corrupção passiva já aumentam a pressão sobre o governo para entregar os cargos dos partidos "infiéis", como os do PSDB; nos bastidores, os partidos da base afirmam que, se não forem atendidos, vão interditar o debate sobre a reforma da Previdência, bandeira prioritária de Temer após a superação da denúncia no plenário da Câmara; dirigentes do centrão tratam como "piada" a tentativa do governo de retomar essa discussão antes do pagamento dessas faturas
Os partidos que se uniram para salvar Michel Temer do crime de corrupção passiva já aumentam a pressão sobre o governo para entregar os cargos dos partidos "infiéis", como os do PSDB; nos bastidores, os partidos da base afirmam que, se não forem atendidos, vão interditar o debate sobre a reforma da Previdência, bandeira prioritária de Temer após a superação da denúncia no plenário da Câmara; dirigentes do centrão tratam como "piada" a tentativa do governo de retomar essa discussão antes do pagamento dessas faturas (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Os partidos que se uniram para salvar Michel Temer do crime de corrupção passiva já aumentam a pressão sobre o governo para entregar os cargos dos partidos "infiéis", como os do PSDB. 

Eles ameaçam travar a discussão da reforma da Previdência e até retirar apoio ao presidente na votação de uma provável segunda denúncia apresentada pela PGR.

Horas depois da vitória do governo na Câmara, dirigentes do PMDB e de siglas do chamado centrão mandaram recados ao Planalto para exigir uma recompensa imediata pela fidelidade demonstrada no placar de 263 votos. Além do partido do presidente, o bloco formado por PP, PR, PSD, PTB, PRB e outras legendas reclama de "sinais trocados" enviados pelo Planalto nos últimos dias, que demonstrariam um recuo em promessas de reorganização dos cargos ocupados pela base.

Nos bastidores, os partidos da base afirmam que, se não forem atendidos, vão interditar o debate sobre a reforma da Previdência, bandeira prioritária de Temer após a superação da denúncia no plenário da Câmara. Dirigentes do centrão tratam como "piada" a tentativa do governo de retomar essa discussão antes do pagamento dessas faturas.

As informações são da Folha de S. Paulo.

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