Ciro: 'canalhas que nos governam estão levando algum para entregar nossa riquezas'

O candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, disse que irá rever as regras referentes ao pré-sal, que foram alteradas pelo Governo Michel Temer, de maneira que a Petrobrás retome as participações obrigatórias, por meio do sistema de partilha; para ele, as mudanças foram promovidas por "canalhas" que "estão levando algum por trás para entregar a riqueza do povo brasileiro aos estrangeiros"

Ciro: 'canalhas que nos governam estão levando algum para entregar nossa riquezas'
Ciro: 'canalhas que nos governam estão levando algum para entregar nossa riquezas' (Foto: REUTERS/Nacho Doce)

247 - O candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, disse que irá rever as regras referentes ao pré-sal, que foram alteradas pelo Governo Michel Temer, de maneira que a Petrobrás retome as participações obrigatórias, por meio do sistema de partilha. Para ele, as mudanças foram promovidas por "canalhas" que "estão levando algum por trás para entregar a riqueza do povo brasileiro aos estrangeiros".

"Vou restaurar a lei de partilha, que preservamos para a Petrobrás 30%. Não faz sentido liquidar hoje uma riqueza que pertence aos nossos filhos e netos. Inclusive entregando pitorescamente às multinacionais. Vamos ver quem é inteligente? O Brasil que tem petróleo para dar e vender ou a Noruega, que vem aqui com a empresa estatal, a Petrobras deles, e compra o nosso?", disparou Ciro.

"Evidentemente que os canalhas que nos governam estão levando algum por trás para entregar a riqueza do povo brasileiro aos estrangeiros", completou o pedetista que participou de um ato de campanha em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Ciro, que registra 11% das intenções de voto e ocupa o terceiro lugar na corrida presidencial, atrás de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), segundo o Ibope, afirmou que a "eleição está em aberto". "A população está decidindo ainda. A partir de amanhã, vão ter três debates fundamentais nas emissoras de grande audiência e terão também as manifestações das mulheres, a maioria do eleitorado, e tendem a influenciar muito. Quer dizer que sou favorito? Não, nunca fui. Entrei nisso porque precisamos, custe o que custar, dar ao povo brasileiro um caminho diferente", observou.

"Acredito muito que o povo vai usar esses últimos dias para pensar. Será que o Brasil está obrigado a escolher entre 'o coisa' ruim e a volta do PT? Será que o Brasil aguenta esse nível de ódio, de violência política, de sectarismo?", questionou.

 

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