Ciro diz que não foi a ato em defesa de Lula por não ser "puxadinho do PT"

"Não sou puxadinho do PT e não serei jamais. Nos últimos 16 anos eu apoiei o Lula sem faltar um dia. Eles que façam dessa história o que eles quiserem fazer", disse Ciro Gomes, ao justificar o fato de não ter ido prestar solidariedade ao ex-presidente Lula, alvo de um mandado de prisão ilegal, expedido antes até do trânsito em julgado em segunda instância; ao contrário de Ciro Gomes, Guilherme Boulos, do Psol, e Manuela D'Ávila, do PCdoB, foram ao sindicato dos metalúrgicos para liderar a resistência democrática

"Não sou puxadinho do PT e não serei jamais. Nos últimos 16 anos eu apoiei o Lula sem faltar um dia. Eles que façam dessa história o que eles quiserem fazer", disse Ciro Gomes, ao justificar o fato de não ter ido prestar solidariedade ao ex-presidente Lula, alvo de um mandado de prisão ilegal, expedido antes até do trânsito em julgado em segunda instância; ao contrário de Ciro Gomes, Guilherme Boulos, do Psol, e Manuela D'Ávila, do PCdoB, foram ao sindicato dos metalúrgicos para liderar a resistência democrática
"Não sou puxadinho do PT e não serei jamais. Nos últimos 16 anos eu apoiei o Lula sem faltar um dia. Eles que façam dessa história o que eles quiserem fazer", disse Ciro Gomes, ao justificar o fato de não ter ido prestar solidariedade ao ex-presidente Lula, alvo de um mandado de prisão ilegal, expedido antes até do trânsito em julgado em segunda instância; ao contrário de Ciro Gomes, Guilherme Boulos, do Psol, e Manuela D'Ávila, do PCdoB, foram ao sindicato dos metalúrgicos para liderar a resistência democrática (Foto: Leonardo Attuch)

247 – O pré-candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, explicou por que não foi prestar solidariedade ao ex-presidente Lula, alvo de uma ordem de prisão ilegal. "Não sou puxadinho do PT e não serei jamais. Nos últimos 16 anos eu apoiei o Lula sem faltar um dia. Eles que façam dessa história o que eles quiserem fazer", disse.

Ao contrário de Ciro Gomes, Guilherme Boulos, do Psol, e Manuela D'Ávila, do PCdoB, foram ao sindicato dos metalúrgicos para liderar a resistência democrática. Com as declarações que tem dato, Ciro dificilmente terá qualquer apoio de Lula ou votos de militantes do PT.

"As instituições brasileiras já estão em frangalhos. Há um quadro generalizado de anarquia no País, que se caracteriza por votações exóticas do Judiciário, por opiniões absolutamente ilegais e arbitrárias de comandantes das Forças Armadas e a desobediência de parte dos políticos da lei e das regras", disse ainda o pedetista, que falou que sua candidatura significa "desratizar" o País.

 

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