Ciro: voto útil é um “insulto à experiência popular”

O presidenciável do PDT também disse que, apesar de ele o concorrente Fernando Haddad (PT) terem um passado de proximidade e aliança, seu projeto de governo não é o mesmo do Partido dos Trabalhadores; "Quero ajudar a população a nessa violência odienta, nesse sectarismo e radicalização política que infelizmente está levando nossa economia para o brejo", afirmou

Ciro: voto útil é um “insulto à experiência popular”
Ciro: voto útil é um “insulto à experiência popular” (Foto: Divulgação)

247 - O presidenciável Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta terça-feira (18) que o voto útil é um "insulto à experiência popular". Com este tipo de voto, o eleitor deixa de escolher seu candidato preferido na intenção de evitar o que acha o pior resultado. O pedetista também disse que, apesar de ele o concorrente Fernando Haddad (PT) terem um passado de proximidade e aliança, seu projeto de governo não é o mesmo do Partido dos Trabalhadores.

Mais cedo, Haddad afirmou à CBN que, pela relação histórica, ele e Ciro podem estar juntos em um possível segundo turno, independentemente de qual dos dois avance. O candidato do PDT amenizou a declaração do seu adversário.

"Sim, se olhar para os últimos 16 anos, estivemos juntos e tentei ajudar. Mas o projeto que eu advogo para o Brasil não é o mesmo do PT. Quero ajudar a população a nessa violência odienta, nesse sectarismo e radicalização política que infelizmente está levando nossa economia para o brejo", disse o ex-ministro, que participou de um encontro na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na região central paulista.

 Antes da reunião, o pedetista rebateu qualquer estratégia para atrair o voto de Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) para evitar a vitória do PT ou de Jair Bolsonaro (PSL). "Para um democrata, a presunção é confiança no voto popular. Então, acredito que essa história de voto útil é um insulto à e popular", criticou.

 

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