Com 1%, Temer chama eleição direta de golpe

Durante encontro nesta terça-feira 26 com líderes de centrais sindicais, o vice-presidente Michel Temer, disse que a PEC pela antecipação das eleições gerais é um "golpe"; segundo Temer, que tem 1% de intenções de voto e se beneficia do golpe liderado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se fosse nos Estados Unidos, "as pessoas ficariam coradas" com uma proposta de antecipar eleições;  sobre as reivindicações das centrais, Temer não manifestou opinião favorável ou contrária

Durante encontro nesta terça-feira 26 com líderes de centrais sindicais, o vice-presidente Michel Temer, disse que a PEC pela antecipação das eleições gerais é um "golpe"; segundo Temer, que tem 1% de intenções de voto e se beneficia do golpe liderado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se fosse nos Estados Unidos, "as pessoas ficariam coradas" com uma proposta de antecipar eleições;  sobre as reivindicações das centrais, Temer não manifestou opinião favorável ou contrária
Durante encontro nesta terça-feira 26 com líderes de centrais sindicais, o vice-presidente Michel Temer, disse que a PEC pela antecipação das eleições gerais é um "golpe"; segundo Temer, que tem 1% de intenções de voto e se beneficia do golpe liderado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se fosse nos Estados Unidos, "as pessoas ficariam coradas" com uma proposta de antecipar eleições;  sobre as reivindicações das centrais, Temer não manifestou opinião favorável ou contrária (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O vice-presidente Michel Temer classificou como "golpe" a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado pela antecipação das eleições presidenciais para este ano.

Durante encontro com dirigentes de centrais sindicais, Temer, que tem 1% de intenções de voto e se beneficia do golpe liderado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que nos Estados Unidos "as pessoas ficariam coradas" de apresentar uma proposta como essa, que não está prevista na Constituição Federal.

Na reunião com representantes da Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), os sindicalistas reclamaram de propostas presentes no documento "Ponte para o Futuro", elaborado pelo comando peemedebista, como criação de idade mínima e à desvinculação dos benefícios previdenciários da política de reajuste do salário mínimo.

"Nós dissemos da necessidade da manutenção da vinculação. E fui mais longe e disse que as maldades da reforma previdenciária já foram feitas. O vice-presidente é um jogador de pôquer excelente. Ele tem uma cara que você não sabe o que ele está pensando, mas ouve bastante", avaliou o presidente nacional da CSB, Antonio Neto.

Segundo o presidente da Força Sindical, deputado Paulinho da Força (SD), aliado de Temer e Cunha na derrubada da presidente, o peemedebista demonstrou disposição de adotar propostas sugeridas pelas centrais sindicais, como a renovação da frota nacional e a exoneração de setores da economia. "A proposta passa pela taxação de grandes fortunas e sobre as remessas de lucro e a criação de impostos sobre uso de helicópteros, lanchas, jet skis", explicou Miguel Torres, vice-presidente da Força Sindical.

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