Com imposto na gasolina, Temer segue comprando deputados

Para se livrar de denúncias na Câmara, Michel Temer liberou R$ 3,4 bilhões em emendas parlamentares apenas entre junho e julho, valor que equivale a 97% das emendas repassadas ao longo do ano; R$ 1,6 bilhão foram repassados apenas na semana anterior à votação na CCJ, entre 5 e 12 de julho, em que ele saiu vitorioso; na última sexta, Temer disse que "a população vai entender" o aumento de impostos nos combustíveis anunciado por ele

Para se livrar de denúncias na Câmara, Michel Temer liberou R$ 3,4 bilhões em emendas parlamentares apenas entre junho e julho, valor que equivale a 97% das emendas repassadas ao longo do ano; R$ 1,6 bilhão foram repassados apenas na semana anterior à votação na CCJ, entre 5 e 12 de julho, em que ele saiu vitorioso; na última sexta, Temer disse que "a população vai entender" o aumento de impostos nos combustíveis anunciado por ele
Para se livrar de denúncias na Câmara, Michel Temer liberou R$ 3,4 bilhões em emendas parlamentares apenas entre junho e julho, valor que equivale a 97% das emendas repassadas ao longo do ano; R$ 1,6 bilhão foram repassados apenas na semana anterior à votação na CCJ, entre 5 e 12 de julho, em que ele saiu vitorioso; na última sexta, Temer disse que "a população vai entender" o aumento de impostos nos combustíveis anunciado por ele (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Para se livrar da denúncia por corrupção passiva apresentada pela Procuradoria Geral da República contra ele, Michel Temer tem comprado descaradamente o voto de deputados federais.

Reportagem do jornal Correio Braziliense aponta que o governo liberou R$ 3,4 bilhões em emendas parlamentares apenas entre junho e julho, valor que equivale a 97% das emendas repassadas ao longo do ano.

Apenas R$ 1,6 bilhão foram repassados na semana anterior à votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), entre 5 e 12 de julho, da qual ele saiu vitorioso, uma vez que o relatório que pedia a continuidade da denúncia foi rejeitado. 

Na última quinta-feira 19, Temer anunciou o aumento de impostos nos combustíveis. No dia seguinte, em viagem à Argentina, ele declarou que "a população vai entender" sua decisão de elevar tributos para garantir as contas no azul.

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