Como em 64, oposição quer adiar golpe para 1º de abril

Após o fracasso das manifestações deste domingo, parlamentares da oposição defenderam adiar a votação do impeachment e marcar novos protestos em 13 de março, na tentativa de reverter o placar desfavorável ao golpe; “Antes, o Congresso estava submetido ao calendário das ruas; agora, os movimentos precisam ficar atentos ao ritmo do Congresso”, disse o líder do DEM, Mendonça Filho; em 1964, no dia 1º de abril, militares derrubaram o governo de João Goulart

Após o fracasso das manifestações deste domingo, parlamentares da oposição defenderam adiar a votação do impeachment e marcar novos protestos em 13 de março, na tentativa de reverter o placar desfavorável ao golpe; “Antes, o Congresso estava submetido ao calendário das ruas; agora, os movimentos precisam ficar atentos ao ritmo do Congresso”, disse o líder do DEM, Mendonça Filho; em 1964, no dia 1º de abril, militares derrubaram o governo de João Goulart
Após o fracasso das manifestações deste domingo, parlamentares da oposição defenderam adiar a votação do impeachment e marcar novos protestos em 13 de março, na tentativa de reverter o placar desfavorável ao golpe; “Antes, o Congresso estava submetido ao calendário das ruas; agora, os movimentos precisam ficar atentos ao ritmo do Congresso”, disse o líder do DEM, Mendonça Filho; em 1964, no dia 1º de abril, militares derrubaram o governo de João Goulart (Foto: Roberta Namour)
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247 – Diante do fracasso das manifestações deste domingo, parlamentares da oposição defenderam adiar a votação do impeachment de Dilma Rousseff e marcar novos protestos em 13 de março, na tentativa de reverter o placar desfavorável ao golpe:

“Devemos votar a admissão entre 15 e 16 de março, se houver o recesso. Antes, o Congresso estava submetido ao calendário das ruas; agora, os movimentos precisam ficar atentos ao ritmo do Congresso”, disse o líder do DEM, Mendonça Filho, em entrevista ao 'Estado de S. Paulo'. “Foi importante já terem marcado a nova data para as novas manifestações. Isso ajuda a manter a mobilização e deixa o governo sob pressão”, disse o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), líder da minoria na Câmara.

Vale lembrar que em 1964, no dia 1º de abril, militares derrubaram o governo de João Goulart.

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