Contador da JBS detalha como entregou R$ 1 milhão ao coronel Lima, preposto de Temer

Contator Florisvaldo Caetano de Oliveira, da JBS, detalhou aos investigadores do Ministério Público Federal como foi feito em 2014 o repasse de R$ 1 milhão ao coronel aposentado João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer; “O Ricardo Saud pediu que eu entregasse R$ 1 milhão, passou o endereço e um telefone”, contou Oliveira, um dos sete delatores da J&F – controladora da JBS.  De acordo com o delator, o recebedor era o “coronel”, que “não conferiu, nem nada”; assista à delação acima 

Contator Florisvaldo Caetano de Oliveira, da JBS, detalhou aos investigadores do Ministério Público Federal como foi feito em 2014 o repasse de R$ 1 milhão ao coronel aposentado João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer; “O Ricardo Saud pediu que eu entregasse R$ 1 milhão, passou o endereço e um telefone”, contou Oliveira, um dos sete delatores da J&F – controladora da JBS.  De acordo com o delator, o recebedor era o “coronel”, que “não conferiu, nem nada”; assista à delação acima 
Contator Florisvaldo Caetano de Oliveira, da JBS, detalhou aos investigadores do Ministério Público Federal como foi feito em 2014 o repasse de R$ 1 milhão ao coronel aposentado João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer; “O Ricardo Saud pediu que eu entregasse R$ 1 milhão, passou o endereço e um telefone”, contou Oliveira, um dos sete delatores da J&F – controladora da JBS.  De acordo com o delator, o recebedor era o “coronel”, que “não conferiu, nem nada”; assista à delação acima  (Foto: Charles Nisz)

247 - O contator Florisvaldo Caetano de Oliveira, da JBS, detalhou aos investigadores do Ministério Público Federal como foi feito em 2014 o repasse de R$ 1 milhão ao coronel aposentado João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer.

“O Ricardo Saud pediu que eu entregasse R$ 1 milhão, passou o endereço e um telefone”, contou Oliveira, um dos sete delatores da J&F – controladora da JBS.  De acordo com o delator, o recebedor era o “coronel”, que “não conferiu, nem nada”. 

A propina foi entregue na Argeplan Arquitetura e Engenharia, em São Paulo, empresa da qual Lima é sócio. “Estava em uma caixa.” Oliveira detalha o tamanho da caixa com as mãos e diz que a maioria do dinheiro estava em notas de R$ 100, por volta dos 41 minutos do depoimento em vídeo.

O valor de R$ 1 milhão, segundo contam os donos da J&F Joesley e Wesley Batista e o executivo Saud, era parte da propina de R$ 15 milhões acertada com o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, a ser descontada da “conta Dilma”. O valor global era para compra de apoio do PMDB e o montante teria Temer como beneficiário.

Assista acima à delação de Florisvaldo Caetano de Oliveira.

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