Contra Lula, Folha já engole até Bolsonaro

Embora o ex-presidente Lula tenha tirado o Brasil do colo do Fundo Monetário Internacional, acumulado mais de US$ 300 bilhões em reservas, feito o País alcançar o grau de investimento e governado no período de maior valorização dos ativos nas bolsas de valores, a Folha de S. Paulo tenta criar o mito de que ele seria uma força anticapitalista e reúne alguns gatos pingados para atribuir ao chamado "mercado" a tese de que até o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), um radical de extrema direita, poderia ser melhor; é mais um sinal de desespero, que aponta para uma imprensa perdida e desesperada diante da força de Lula

Embora o ex-presidente Lula tenha tirado o Brasil do colo do Fundo Monetário Internacional, acumulado mais de US$ 300 bilhões em reservas, feito o País alcançar o grau de investimento e governado no período de maior valorização dos ativos nas bolsas de valores, a Folha de S. Paulo tenta criar o mito de que ele seria uma força anticapitalista e reúne alguns gatos pingados para atribuir ao chamado "mercado" a tese de que até o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), um radical de extrema direita, poderia ser melhor; é mais um sinal de desespero, que aponta para uma imprensa perdida e desesperada diante da força de Lula
Embora o ex-presidente Lula tenha tirado o Brasil do colo do Fundo Monetário Internacional, acumulado mais de US$ 300 bilhões em reservas, feito o País alcançar o grau de investimento e governado no período de maior valorização dos ativos nas bolsas de valores, a Folha de S. Paulo tenta criar o mito de que ele seria uma força anticapitalista e reúne alguns gatos pingados para atribuir ao chamado "mercado" a tese de que até o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), um radical de extrema direita, poderia ser melhor; é mais um sinal de desespero, que aponta para uma imprensa perdida e desesperada diante da força de Lula (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – Nenhum governo, na história do Brasil, foi tão bom para o chamado "mercado" quanto o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sob sua gestão, o Brasil saiu do colo do Fundo Monetário Internacional, acumulou mais de US$ 300 bilhões em reservas, alcançou o grau de investimento e as empresas nacionais viveram o período de maior valorização dos seus ativos nas bolsas de valores. A tal ponto que o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, afirmou, no fim do segundo governo Lula, que o Brasil vivia seu melhor momento em 500 anos.

Lula, no entanto, foi um sucesso de público, de crítica e de aceitação pelas forças de mercado.

Neste domingo, no entanto, reportagem da Folha de S. Paulo tenta criar o mito de que ele seria uma força anticapitalista e decidiu alguns gatos pingados para atribuir a esse mesmo "mercado" a tese de que até o o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), um radical de extrema direita, poderia ser melhor.

Na reportagem da Folha, as fontes são economistas pouco conhecidos de corretoras, que parecem acreditar na falta de memória do povo brasileiro. "Bolsonaro adotou uma atitude que precisa ser olhada com cuidado, mas que segue numa toada mais construtiva: tem sido menos polêmico", afirma Ignacio Crespo, economista da corretora Guide Investimentos. O contraponto é feito pelo cientista político Carlos Melo, professor do Insper. "A visão do Bolsonaro sobre economia é zero, ele nunca teve preocupação com isso. Mas agora ele está fazendo um discurso liberal para reduzir a resistência do establishment econômico contra ele. É uma estratégia. O liberalismo econômico não está no DNA dele", afirma.

Na avaliação de Melo, os dois pré-candidatos até teriam um ponto em comum que costuma desagradar muito o mercado financeiro: "Tanto Lula quanto Bolsonaro são intervencionistas", diz ele.

Na realidade, no entanto, a reportagem da Folha apenas é mais um sinal de desespero, que aponta para uma imprensa perdida e desesperada diante da força de Lula.

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