CPI aprova condução coercitiva de curador da Queermuseu e artista do MAM

A Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) dos Maus-tratos no Senado aprovou nessa quarta-feira, 8, o pedido do senador Magno Malta (PR-ES) para que sejam levados para depoimento, em condução coercitiva, o curador da mostra Queermuseu, Gaudêncio Fidélis, e o artista Wagner Schwartz, que fez, nu, uma performance interativa no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em setembro; Fidélis criticou a medida e negou que tivesse se negado a comparecer à CPI

A Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) dos Maus-tratos no Senado aprovou nessa quarta-feira, 8, o pedido do senador Magno Malta (PR-ES) para que sejam levados para depoimento, em condução coercitiva, o curador da mostra Queermuseu, Gaudêncio Fidélis, e o artista Wagner Schwartz, que fez, nu, uma performance interativa no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em setembro; Fidélis criticou a medida e negou que tivesse se negado a comparecer à CPI
A Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) dos Maus-tratos no Senado aprovou nessa quarta-feira, 8, o pedido do senador Magno Malta (PR-ES) para que sejam levados para depoimento, em condução coercitiva, o curador da mostra Queermuseu, Gaudêncio Fidélis, e o artista Wagner Schwartz, que fez, nu, uma performance interativa no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em setembro; Fidélis criticou a medida e negou que tivesse se negado a comparecer à CPI (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) dos Maus-tratos no Senado aprovou nessa quarta-feira, 8, o pedido do senador Magno Malta (PR-ES) para que sejam levados para depoimento, em condução coercitiva, o artista Wagner Schwartz e o curador da mostra Queermuseu, Gaudêncio Fidélis.

Schwartz foi o artista que fez, nu, uma performance interativa no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em setembro, quando, na ocasião, uma criança, que estava ao lado da mãe, tocou em sua perna e em sua mão.

Já Fidélis era o curador responsável pela exposição Queermuseu, cancelada pelo Santander em Porto Alegre, após críticas nas redes sociais por suposto retrato de pedofilia e zoofilia em algumas das obras selecionadas.

Em nota à imprensa, Gaudêncio Fidélis disse ter recebido a notícia com "estranhamento" e negou que tivesse se negado a comparecer à CPI. "Não cabe dentro dos procedimentos da CPI e mostra mais uma vez que o senador busca, não só dar prosseguimento à sua intenção de continuar criminalizando a produção artística e os artistas, mas ao mesmo tempo fazer disso um fenômeno midiático em seu benefício", afirmou. 

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