CPI da JBS aprova quebra de sigilos de Miller e de executivos da JBS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS aprovou nesta terça-feira (26) a quebra do sigilo telefônico de executivos da empresa, além do sigilo do ex-procurador federal Marcelo Miller; no caso de Miller, também foram aprovadas a quebra do sigilo bancário e de um e-mail pessoal;  o acordo de delação da JBS foi rescindido após suspeitas de que Miller orientou a delação antes do acordo ser firmado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS aprovou nesta terça-feira (26) a quebra do sigilo telefônico de executivos da empresa, além do sigilo do ex-procurador federal Marcelo Miller; no caso de Miller, também foram aprovadas a quebra do sigilo bancário e de um e-mail pessoal;  o acordo de delação da JBS foi rescindido após suspeitas de que Miller orientou a delação antes do acordo ser firmado
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS aprovou nesta terça-feira (26) a quebra do sigilo telefônico de executivos da empresa, além do sigilo do ex-procurador federal Marcelo Miller; no caso de Miller, também foram aprovadas a quebra do sigilo bancário e de um e-mail pessoal;  o acordo de delação da JBS foi rescindido após suspeitas de que Miller orientou a delação antes do acordo ser firmado (Foto: Charles Nisz)

247 - Por unanimidade, a CPI mista da JBS aprovou nesta terça-feira (26) a quebra de sigilos telefônicos dos executivos da empresa Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva, além dos dados do ex-procurador Marcello Miller. No caso de Miller, também foi pedida a quebra do sigilo bancário e de um e-mail pessoal.

A CPMI tem como um dos seus objetivos investigar irregularidades na delação do grupo J&F, rescindido após as suspeitas de que Miller orientou a delação antes do acordo ser firmado. Porém, o governo tenta usar a comissão para desqualificar as acusações dos delatores, que implicam Michel Temer de modo direto.

Além da quebra do sigilo telefônico, a CPMI aprovou o levantamento de todos os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas do grupo J&F, além de operações de câmbio feitas pelo grupo. Os dados vão embasar o trabalho da comissão.  

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