Cunha banca nomes para eventual governo Temer

Réu no Supremo, com pedido de afastamento feito pelo procurador Rodrigo Janot, presidente da Câmara não se intimida e tenta emplacar pelo menos cinco nomes para áreas nevrálgicas da República caso o vice chegue ao Planalto; são eles Gustavo Rocha, na Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil; Alexandre de Moraes, na Advocacia-geral da União ou no Ministério da Justiça; Hugo Motta ou César Halum, do PRB, na Agricultura; Cunha já fez  de Maurício Quintella Lessa (PR-AL), líder da Maioria, com a ambição de que se torne líder do governo ou ministro dos Transportes; tem também Paulinho da Força

Réu no Supremo, com pedido de afastamento feito pelo procurador Rodrigo Janot, presidente da Câmara não se intimida e tenta emplacar pelo menos cinco nomes para áreas nevrálgicas da República caso o vice chegue ao Planalto; são eles Gustavo Rocha, na Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil; Alexandre de Moraes, na Advocacia-geral da União ou no Ministério da Justiça; Hugo Motta ou César Halum, do PRB, na Agricultura; Cunha já fez  de Maurício Quintella Lessa (PR-AL), líder da Maioria, com a ambição de que se torne líder do governo ou ministro dos Transportes; tem também Paulinho da Força
Réu no Supremo, com pedido de afastamento feito pelo procurador Rodrigo Janot, presidente da Câmara não se intimida e tenta emplacar pelo menos cinco nomes para áreas nevrálgicas da República caso o vice chegue ao Planalto; são eles Gustavo Rocha, na Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil; Alexandre de Moraes, na Advocacia-geral da União ou no Ministério da Justiça; Hugo Motta ou César Halum, do PRB, na Agricultura; Cunha já fez  de Maurício Quintella Lessa (PR-AL), líder da Maioria, com a ambição de que se torne líder do governo ou ministro dos Transportes; tem também Paulinho da Força (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), à revelia de ser réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal (STF), trabalha com afinco para influenciar o eventual governo Michel Temer com indicações em diversas áreas. Ele tenta emplacar nomes para se sentarem bem perto do possível futuro presidente, como no caso de Gustavo Rocha, cotado para a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.

Rocha foi nomeado para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) no ano passado por influência de um de seus mais ilustres clientes, o próprio Cunha. Rocha advoga para Cunha em alguns processos judiciais em casos nos quais havia citações referentes ao exercício do mandato e também defende o peemedebista em diversas ações no Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

As conversas com o secretário de Segurança do governo de São Paulo, Alexandre de Moraes, para que assuma a Advocacia-geral da União ou mesmo o Ministério da Justiça na gestão peemedebista também são obra de Cunha.

O peemedebista também atua para emplacar o deputado Hugo Motta (PMDB-PB) na Esplanada e um nome do PRB, partido que lhe dá sustentação, na Agricultura. O nome que vem sendo proposto por Cunha é do deputado César Halum (PRB-TO).

O peemedebista conseguiu fazer de Maurício Quintella Lessa (PR-AL), ex-líder do PR que comandou a virada pró-impeachment no partido, o líder da Maioria. A ação foi vista por deputados como um passo para pressionar que Quintella se torne líder do governo ou mesmo ministro dos Transportes na gestão de Temer.

Paulinho da Força (SD-SP) também tem sido lembrado pelo peemedebista para ocupar algum espaço no governo.

Quem tem mantido o diálogo mais próximo com Cunha é o ex-ministro Geddel Vieira Lima, cotado para ser ministro da cota pessoal de Michel Temer na Articulação Política.

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