Cunha diz que impeachment não será descartado de imediato

Presidente da Câmara, que chegou a defender que não havia base jurídica para um pedido de impeachment e descartou sem ler um pedido do deputado Jair Bolsonaro, afirmou agora à bancada tucana que a Casa contratará pareceres jurídicos independentes, como fez o partido

Presidente da Câmara, que chegou a defender que não havia base jurídica para um pedido de impeachment e descartou sem ler um pedido do deputado Jair Bolsonaro, afirmou agora à bancada tucana que a Casa contratará pareceres jurídicos independentes, como fez o partido
Presidente da Câmara, que chegou a defender que não havia base jurídica para um pedido de impeachment e descartou sem ler um pedido do deputado Jair Bolsonaro, afirmou agora à bancada tucana que a Casa contratará pareceres jurídicos independentes, como fez o partido (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou à bancada do PSDB que o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff a ser apresentado pelo partido não será descartado de imediato, informa a coluna Painel.

O deputado já havia defendido esse ano, por mais de uma vez, que não havia base jurídica para um impeachment e descartou sem ler um pedido apresentado pelo deputado Jair Bolsonaro.

De acordo com Cunha, a Câmara contratará pareceres jurídicos independentes, como fez o PSDB. Presidente do partido, o senador Aécio Neves sinalizou positivamente à iniciativa, mas disse que levará o tema para ser discutido em reunião com partidos aliados.

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