Cunha pode renunciar caso vença na CCJ

Aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmaram que o deputado afastado deverá renunciar ao cargo de presidente da Câmara somente se a maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) acatar o recurso, impetrado por ele, que questiona pontos das tramitação do processo que recomenda sua cassação no Conselho de Ética; "Se ganhar na CCJ, ele renuncia à presidência (da Câmara)", afirmou um interlocutor; caso Cunha consiga a maioria dos votos na CCJ, o processo de cassação volta à estaca zero

Aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmaram que o deputado afastado deverá renunciar ao cargo de presidente da Câmara somente se a maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) acatar o recurso, impetrado por ele, que questiona pontos das tramitação do processo que recomenda sua cassação no Conselho de Ética; "Se ganhar na CCJ, ele renuncia à presidência (da Câmara)", afirmou um interlocutor; caso Cunha consiga a maioria dos votos na CCJ, o processo de cassação volta à estaca zero
Aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmaram que o deputado afastado deverá renunciar ao cargo de presidente da Câmara somente se a maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) acatar o recurso, impetrado por ele, que questiona pontos das tramitação do processo que recomenda sua cassação no Conselho de Ética; "Se ganhar na CCJ, ele renuncia à presidência (da Câmara)", afirmou um interlocutor; caso Cunha consiga a maioria dos votos na CCJ, o processo de cassação volta à estaca zero (Foto: Paulo Emílio)

247 - Aliados do presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmaram que o parlamentar deverá renunciar ao cargo somente se a maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) acatarem o recurso, impetrado por ele, que questiona pontos das tramitação do processo que recomenda a sua cassação no Conselho de Ética da Casa.

Os aliados do peemedebista avaliam que o parecer de Ronaldo Fonseca (PROS-DF) acatará diversos pontos questionados pela defesa de Cunha, como o impedimento do relator Marcos Rogério (DEM-RO). "Se ganhar na CCJ, ele renuncia à presidência (da Câmara)", afirmou um interlocutor de Cunha.

A estratégia de Cunha envolve partidos do chamado "centrão", além de eleger o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), para uma espécie de mandato tampão de Cunha, que termina em fevereiro de 2017. Atualmente, aliados dizem que Cunha possui 31 votos na CCJ, precisando de apenas mais três votos para estancar o processo contra ele.

Mas membros do PMDB avisam que não há como assegurar uma vitória na CCJ. O líder do PMDB, Baleia Rossi (PMDB-SP) já adiantou que não pretende substituir os integrantes da CCJ a não ser que o pedido seja feito por iniciativa dos próprios parlamentares. Nesta linha, o PR fez substituições para garantir apoio a Cunha e o PTB estaria disposto a fazer algo semelhante.

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