Damous ironiza 'coincidências' em sorteios no STF

"Alexandre de Moraes sorteado p/ relatar pedido relativo a impeachment de Temer. Não é possível que tantas coincidências aconteçam assim!", tuitou o deputado; em vídeo, o deputado defendeu que "esse sistema de distribuição do Supremo tem que ser posto à opinião pública, ao crivo da sociedade brasileira"; assista

"Alexandre de Moraes sorteado p/ relatar pedido relativo a impeachment de Temer. Não é possível que tantas coincidências aconteçam assim!", tuitou o deputado; em vídeo, o deputado defendeu que "esse sistema de distribuição do Supremo tem que ser posto à opinião pública, ao crivo da sociedade brasileira"; assista
"Alexandre de Moraes sorteado p/ relatar pedido relativo a impeachment de Temer. Não é possível que tantas coincidências aconteçam assim!", tuitou o deputado; em vídeo, o deputado defendeu que "esse sistema de distribuição do Supremo tem que ser posto à opinião pública, ao crivo da sociedade brasileira"; assista (Foto: Gisele Federicce)

247 - Desconfiado, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) ironizou eventuais "coincidências" que ocorram no Supremo Tribunal Federal nos sorteios que definem quais ministros vão cuidar de cada caso.

"Alexandre de Moraes sorteado para relatar pedido relativo a impeachment de Temer. Não é possível que tantas coincidências aconteçam assim!", postou o deputado em sua conta no Twitter. Em vídeo, ele defendeu que "esse sistema de distribuição do Supremo tem que ser posto à opinião pública, ao crivo da sociedade brasileira" (assista acima).

Alexandre de Moraes foi ministro da Justiça do governo Temer até ser indicado pelo próprio peemedebista a integrar o Supremo. Damous lembrou no vídeo que Moraes "serviu a Michel Temer".

Pela proximidade com Temer, poderia se declarar impedido de julgar a ação impetrada pelo Conselho Federal da OAB, que pede um prazo para que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), analise os pedidos de impeachment que estão represados na Casa.

Em artigo no fim de semana, o jornalista Josias de Souza disse que o Supremo virou sucursal da casa da mãe Joana, e que a regra da suspeição na Corte "tem sido negligenciada". Leia aqui.

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