Defesa de Lula quer acesso a 84 missões empresariais do ex-presidente

Em nova petição ao juiz Sérgio Moro, os advogados do ex-presidente reforçam pedido para que o Palácio do Planalto esclareça quais são as "84 missões empresariais" realizadas pelo petista no período em que ele foi presidente, de 2003 a 2010, entre outras solicitações, como a relação de todos os projetos de lei da presidência e os procedimentos de tomadas de contas e auditorias do TCU em relação à Petrobras

Em nova petição ao juiz Sérgio Moro, os advogados do ex-presidente reforçam pedido para que o Palácio do Planalto esclareça quais são as "84 missões empresariais" realizadas pelo petista no período em que ele foi presidente, de 2003 a 2010, entre outras solicitações, como a relação de todos os projetos de lei da presidência e os procedimentos de tomadas de contas e auditorias do TCU em relação à Petrobras
Em nova petição ao juiz Sérgio Moro, os advogados do ex-presidente reforçam pedido para que o Palácio do Planalto esclareça quais são as "84 missões empresariais" realizadas pelo petista no período em que ele foi presidente, de 2003 a 2010, entre outras solicitações, como a relação de todos os projetos de lei da presidência e os procedimentos de tomadas de contas e auditorias do TCU em relação à Petrobras (Foto: Gisele Federicce)

247 – Em nova petição enviada ao juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, os advogados do ex-presidente Lula reforçam pedido para que o Palácio do Planalto esclareça quais são as "84 missões empresariais" realizadas pelo petista no período em que ele foi presidente, de 2003 a 2010.

No documento, a defesa de Lula reforça ainda outras solicitações, como a relação de todos os projetos de lei da presidência durante a gestão de Lula e os procedimentos de tomadas de contas e auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) em relação à Petrobras, também neste período.

Os pedidos já haviam sido feitos em um conjunto de 16 solicitações apresentado pela defesa no mês passado, em resposta à ação penal em que Lula é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propinas da OAS entre 2006 e 2012. Na ocasião, Moro pediu que a defesa esclarecesse melhor a necessidade do material. O argumento para reiterar os pedidos é o de que não cabe à defesa antecipar sua estratégia.

Confira aqui o documento, divulgado no blog de Fausto Macedo.

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