Delcídio fala em propina para PFL (atual DEM) no governo FHC

O senador Delcídio Amaral afirmou em sua delação premiada que houve um pagamento de propina que teria sido feito ao PFL (atual DEM) durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB); o pagamento teria a ver com a compra de equipamento da empresa Alstom para a refinaria Landulfo Alves; Delcídio afirma que não sabe quanto foi destinado ao PFL, mas que acredita ser a maior parte; ele afirma que o projeto teria nascido no Ministério de Minas e Energia durante a gestão de Rodolpho Tourinho, que seria ligado ao ex-governador Antonio Carlos Magalhães

O senador Delcídio Amaral afirmou em sua delação premiada que houve um pagamento de propina que teria sido feito ao PFL (atual DEM) durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB); o pagamento teria a ver com a compra de equipamento da empresa Alstom para a refinaria Landulfo Alves; Delcídio afirma que não sabe quanto foi destinado ao PFL, mas que acredita ser a maior parte; ele afirma que o projeto teria nascido no Ministério de Minas e Energia durante a gestão de Rodolpho Tourinho, que seria ligado ao ex-governador Antonio Carlos Magalhães
O senador Delcídio Amaral afirmou em sua delação premiada que houve um pagamento de propina que teria sido feito ao PFL (atual DEM) durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB); o pagamento teria a ver com a compra de equipamento da empresa Alstom para a refinaria Landulfo Alves; Delcídio afirma que não sabe quanto foi destinado ao PFL, mas que acredita ser a maior parte; ele afirma que o projeto teria nascido no Ministério de Minas e Energia durante a gestão de Rodolpho Tourinho, que seria ligado ao ex-governador Antonio Carlos Magalhães (Foto: Valter Lima)

247 - O senador Delcídio Amaral afirmou em sua delação premiada que houve um pagamento de propina que teria sido feito ao PFL (atual DEM) durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O pagamento teria a ver com a compra de equipamento da empresa Alstom para a refinaria Landulfo Alves. A empreiteira OAS participou do negócio.

“Que, esse projeto foi todo ele articulado pela OAS, que também é baiana e tinha laços fortes com o governo da Bahia; Que o projeto de aquisição era um tanto quanto hermético e todos os sinais eram claros de que havia ocorrido pagamento de propina na aquisição dessa usina; Que Carlos Laranjeira, então diretor da OAS, confirmou ao declarante que existira interesses do PFL baiano na aquisição das máquinas; Que, segundo Carlos Laranjeira de nove a dez milhões de dólares foram separados para pagamento de propina”, registra trecho do depoimento de Delcídio.

Delcídio afirma que não sabe quanto foi destinado ao PFL, mas que acredita ser a maior parte. Ressalta que o contrato foi assinado um dia antes dele assumir a diretoria de Gás e Energia da Petrobras no governo Fernando Henrique Cardoso. Afirma que o projeto teria nascido no Ministério de Minas e Energia durante a gestão de Rodolpho Tourinho, que seria ligado ao ex-governador Antonio Carlos Magalhães. Tanto Tourinho quanto ACM já faleceram.

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