Depois de quebrar o País com o golpe, Temer pede pensamento positivo

Rejeitado por 77% da população, segundo pesquisa Ipsos, Michel Temer pediu nesta quinta-feira aos brasileiros que "façam um pensamento bem positivo para consolidar essa ideia de renovação e esperança"; desde que chegou ao poder há oito meses, por meio de um golpe parlamentar, Temer aprofundou a recessão, ampliou o desemprego e não trouxe volta a confiança prometida; ao contrário, as perspectivas para 2017 são de mais um ano perdido; ao falar sobre desemprego, ele disse que as taxas só começarão a cair no segundo semestre do ano que vem – no fim de 2014, com Dilma presidente, a taxa era a menor da história, de 4,8%, mas hoje está em 11,9%

Rejeitado por 77% da população, segundo pesquisa Ipsos, Michel Temer pediu nesta quinta-feira aos brasileiros que "façam um pensamento bem positivo para consolidar essa ideia de renovação e esperança"; desde que chegou ao poder há oito meses, por meio de um golpe parlamentar, Temer aprofundou a recessão, ampliou o desemprego e não trouxe volta a confiança prometida; ao contrário, as perspectivas para 2017 são de mais um ano perdido; ao falar sobre desemprego, ele disse que as taxas só começarão a cair no segundo semestre do ano que vem – no fim de 2014, com Dilma presidente, a taxa era a menor da história, de 4,8%, mas hoje está em 11,9%
Rejeitado por 77% da população, segundo pesquisa Ipsos, Michel Temer pediu nesta quinta-feira aos brasileiros que "façam um pensamento bem positivo para consolidar essa ideia de renovação e esperança"; desde que chegou ao poder há oito meses, por meio de um golpe parlamentar, Temer aprofundou a recessão, ampliou o desemprego e não trouxe volta a confiança prometida; ao contrário, as perspectivas para 2017 são de mais um ano perdido; ao falar sobre desemprego, ele disse que as taxas só começarão a cair no segundo semestre do ano que vem – no fim de 2014, com Dilma presidente, a taxa era a menor da história, de 4,8%, mas hoje está em 11,9% (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - O presidente Michel Temer, na mensagem que deve ser o último pronunciamento do governo neste ano, disse que "2017 será efetivamente um ano novo".

"2017 não será uma prorrogação de 2016. Se Deus quiser, venceremos a crise. Saindo da crise, teremos a empregabilidade. Não quero me iludir nem iludir ninguém, mas o desemprego será um tema a ser elucidado a partir do segundo semestre do ano que vem, quando ele deve começar a cair. Sabemos da angústia do desemprego, que perturba as pessoas e cria um sentimento de instabilidade muito grande", afirmou

Também pediu que todos "façam um pensamento bem positivo para consolidar essa ideia de renovação e esperança, não só para o governo, como para todos os brasileiros".

O pedido de Temer contrasta com a realidade. Nesta quinta-feira (29), o IBGE, por exemplo, divulgou que o índice do desemprego no país foi de 11,9%, em média, no trimestre de setembro a novembro. A taxa é a mais alta desde que o instituto começou a publicar a pesquisa, em 2012. No período, o número de desempregados no Brasil foi de 12,1 milhões de pessoas.

Afora isso, a economia só apresentou notícias negativas neste final do ano. Nem mesmo o Natal conseguiu alavancar as vendas do comércio. 

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