Deputados querem degolar Jucá do comando do PMDB

Um grupo de deputados, liderados por Carlos Marun (PMDB-MS), aliado de Eduardo Cunha, redigiu uma "Carta ao PMDB", em que ameaçam sair em debandada do PMDB na janela partidária das eleições de 2018, caso o senador Romero Jucá permaneça no comando do partido; oficialmente, querem que o comando do partido seja ocupado por políticos não envolvidos na Lava Jato; principal queixa dos deputados, entretanto, tem a ver com dinheiro, com o uso do fundo partidário; deputados querem que Jucá defina como o dinheiro será usado em 2018 e exigem mais dedicação à legenda

Um grupo de deputados, liderados por Carlos Marun (PMDB-MS), aliado de Eduardo Cunha, redigiu uma "Carta ao PMDB", em que ameaçam sair em debandada do PMDB na janela partidária das eleições de 2018, caso o senador Romero Jucá permaneça no comando do partido; oficialmente, querem que o comando do partido seja ocupado por políticos não envolvidos na Lava Jato; principal queixa dos deputados, entretanto, tem a ver com dinheiro, com o uso do fundo partidário; deputados querem que Jucá defina como o dinheiro será usado em 2018 e exigem mais dedicação à legenda
Um grupo de deputados, liderados por Carlos Marun (PMDB-MS), aliado de Eduardo Cunha, redigiu uma "Carta ao PMDB", em que ameaçam sair em debandada do PMDB na janela partidária das eleições de 2018, caso o senador Romero Jucá permaneça no comando do partido; oficialmente, querem que o comando do partido seja ocupado por políticos não envolvidos na Lava Jato; principal queixa dos deputados, entretanto, tem a ver com dinheiro, com o uso do fundo partidário; deputados querem que Jucá defina como o dinheiro será usado em 2018 e exigem mais dedicação à legenda (Foto: Aquiles Lins)

247 - Um levante contra o senador Romero Jucá, presidente nacional do PMDB, inicia-se na base do partido de Michel Temer. 

Um grupo de deputados, liderados por Carlos Marun (PMDB-MS), aliado do deputado cassado Eduardo Cunha, redigiu uma "Carta ao PMDB", que será entregue a Jucá na próxima quarta-feira, 8. No documento, os parlamentares ameaçam sair em debandada do PMDB na janela partidária das eleições de 2018, caso Jucá permaneça no comando do partido. 

O pano de fundo do manifesto é que o comando do partido não deve ser ocupado por políticos envolvidos em investigações como a Lava Jato. Jucá, que protagonizou a célebre conversa com Sérgio Machado, em que defende um "grande acordo, com o Supremo, com tudo", para estancar a "sangria", é investigado no STF no âmbito da Lava Jato.

A principal queixa dos deputados, entretanto, tem a ver com dinheiro, com o uso do fundo partidário. Os deputados querem que Jucá defina como o dinheiro será usado em 2018 e exigem mais dedicação à legenda.

Os parlamentares também acusam Jucá de gastar com despesas desnecessárias. "O que os parlamentares querem é transparência, abrir a caixa-preta do partido. Soubemos que houve contratos com uma agência publicitária de gastos absurdos, compra de mobiliário", afirma o deputado João Arruda (PMDB-PR), vice-presidente nacional da legenda.

 

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