Dilma deve rodar o mundo para denunciar o golpe

Presidente Dilma Rousseff começaria périplo para denunciar o golpe depois que o Senado votasse a admissibilidade do impeachment, em maio –o que a obrigará a deixar o cargo à espera do julgamento final da Casa; de acordo com a colunista Mônica Bergamo, no roteiro imaginado por ministros entrariam países da América Latina comandados por governos de centro-esquerda, como Chile e Uruguai, além de França, Itália e Espanha, onde Dilma visitaria representantes de partidos de esquerda; Dilma já concordaria com a ideia de apresentar proposta antecipando as eleições presidenciais, abrindo mão de dois anos de mandato

Nova Iorque - EUA, 21/04/2016. Presidente Dilma Rousseff recebe cumprimentos de populares na chegada a Nova Iorque. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Nova Iorque - EUA, 21/04/2016. Presidente Dilma Rousseff recebe cumprimentos de populares na chegada a Nova Iorque. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Roberta Namour)
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247 – A equipe de Dilma Rousseff já discute com ela a possibilidade de a presidente viajar pelo mundo para dizer que está sendo vítima de um "golpe", segundo a colunista Mônica Bergamo.

Ela começaria périplo depois que o Senado votasse a admissibilidade do impeachment, em maio –o que a obrigará a deixar o cargo à espera do julgamento final da Casa.

No roteiro imaginado por ministros, sob o apoio de Ricardo Berzoini, da Secretaria Geral, Jaques Wagner, da Casa Civil, e José Eduardo Cardozo, da Advocacia Geral da União, entrariam países da América Latina comandados por governos de centro-esquerda, como Chile e Uruguai, além de França, Itália e Espanha, onde Dilma visitaria representantes de partidos de esquerda.

Dilma já concordaria com a ideia de apresentar proposta antecipando as eleições presidenciais, abrindo mão de dois anos de mandato.

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