Dilma e Temer unem defesa no TSE

Advogados da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer devem elaborar uma estratégia de defesa conjunta contra a acusação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de abuso do poder político e econômico na campanha de 2014; dizem que objetivo de ambos “é o mesmo, demonstrar que a ação do PSDB não tem fundamentos para cassar a chapa presidencial”; avanço sobre as investigações contra o PMDB na Lava Jato e pressão da oposição para novas eleições teriam contribuído para isso 

Advogados da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer devem elaborar uma estratégia de defesa conjunta contra a acusação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de abuso do poder político e econômico na campanha de 2014; dizem que objetivo de ambos “é o mesmo, demonstrar que a ação do PSDB não tem fundamentos para cassar a chapa presidencial”; avanço sobre as investigações contra o PMDB na Lava Jato e pressão da oposição para novas eleições teriam contribuído para isso 
Advogados da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer devem elaborar uma estratégia de defesa conjunta contra a acusação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de abuso do poder político e econômico na campanha de 2014; dizem que objetivo de ambos “é o mesmo, demonstrar que a ação do PSDB não tem fundamentos para cassar a chapa presidencial”; avanço sobre as investigações contra o PMDB na Lava Jato e pressão da oposição para novas eleições teriam contribuído para isso  (Foto: Roberta Namour)
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247 - Advogados da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer indicaram que devem elaborar uma estratégia de defesa conjunta contra a acusação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de abuso do poder político e econômico na campanha de 2014.

“Os argumentos são de integração, complementação e harmonia. Cada um faz a sua petição, mas a argumentação vai na mesma linha”, disse Flávio Caetano, advogado do PT, em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo. Já o advogado de Temer, Gustavo Guedes, diz que o objetivo de ambos “é o mesmo, demonstrar que a ação do PSDB não tem fundamentos para cassar a chapa presidencial”.

O avanço sobre as investigações contra o PMDB na Lava Jato e pressão da oposição para novas eleições teriam contribuído para isso. A defesa de Temer só deve recorrer à tese de desvincular as contas de campanha caso o TSE decida cassar o mandato dos dois (leia mais).

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