Dilma evita revidar ataques para reatar diálogo com PMDB

O Palácio do Planalto resolveu adotar uma nova estratégia para evitar um desgaste ainda maior com o PMDB, maior partido da base aliada e que encontra-se ressentido com a presidente Dilma Rousseff e com o PT; a ordem agora é ignorar os ataques desferidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para reconstruir o diálogo e conseguir aprovar as medidas do ajuste fiscal que precisam passar pelo Congresso Nacional

O Palácio do Planalto resolveu adotar uma nova estratégia para evitar um desgaste ainda maior com o PMDB, maior partido da base aliada e que encontra-se ressentido com a presidente Dilma Rousseff e com o PT; a ordem agora é ignorar os ataques desferidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para reconstruir o diálogo e conseguir aprovar as medidas do ajuste fiscal que precisam passar pelo Congresso Nacional
O Palácio do Planalto resolveu adotar uma nova estratégia para evitar um desgaste ainda maior com o PMDB, maior partido da base aliada e que encontra-se ressentido com a presidente Dilma Rousseff e com o PT; a ordem agora é ignorar os ataques desferidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para reconstruir o diálogo e conseguir aprovar as medidas do ajuste fiscal que precisam passar pelo Congresso Nacional (Foto: Paulo Emílio)

247 - O Palácio do Planalto resolveu adotar uma nova estratégia para evitar um desgaste ainda maior com o PMDB, maior partido da base aliada e que encontra-se ressentido com a presidente Dilma Rousseff e com o PT. A ordem agora é ignorar os ataques desferidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para reconstruir o diálogo e conseguir aprovar as medidas do ajuste fiscal que precisam passar pelo Congresso Nacional.

O clima entre o Palácio do Planalto e o PMDB ganhou ares de conflito , quando Cunha e Renan tiveram seus nomes incluídos na lista enviados pela Procuradoria Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que fossem investigados. Eles acusam o governo de ter influenciado a decisão da PGR quanto à investigação.

Para tentar restabelecer diálogo, a presidente Dilma escalou o ministro-chefe da Casa Civil, Aloísio Mercadante, para procurar os presidentes do Senado e da Câmara. A própria presidente deverá encontrar-se com o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) para discutir o assunto nesta sexta-feira. À tarde ela receberá líderes aliados do Senado.

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