Dilma não vê gravidade em denúncias contra Wagner

Os vazamentos à imprensa que miraram o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, não abalaram seu capital político perante a presidente Dilma Rousseff; presidente, que está em Porto Alegre com a família por causa do nascimento do segundo neto, não teria visto gravidade no conteúdo das mensagens do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, interceptadas pela Operação Lava Jato; avaliação comum no Planalto é a de que estão querendo "criminalizar" uma atividade normal: a autoridade tentar assegurar que a obra não seja paralisada; "Onde há ilícito em governador debater com empresários?", questionou o ministro Edinho Silva, da Comunicação Social, que também foi alvo de vazamentos da Lava Jato    

Os vazamentos à imprensa que miraram o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, não abalaram seu capital político perante a presidente Dilma Rousseff; presidente, que está em Porto Alegre com a família por causa do nascimento do segundo neto, não teria visto gravidade no conteúdo das mensagens do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, interceptadas pela Operação Lava Jato; avaliação comum no Planalto é a de que estão querendo "criminalizar" uma atividade normal: a autoridade tentar assegurar que a obra não seja paralisada; "Onde há ilícito em governador debater com empresários?", questionou o ministro Edinho Silva, da Comunicação Social, que também foi alvo de vazamentos da Lava Jato
 
 
Os vazamentos à imprensa que miraram o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, não abalaram seu capital político perante a presidente Dilma Rousseff; presidente, que está em Porto Alegre com a família por causa do nascimento do segundo neto, não teria visto gravidade no conteúdo das mensagens do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, interceptadas pela Operação Lava Jato; avaliação comum no Planalto é a de que estão querendo "criminalizar" uma atividade normal: a autoridade tentar assegurar que a obra não seja paralisada; "Onde há ilícito em governador debater com empresários?", questionou o ministro Edinho Silva, da Comunicação Social, que também foi alvo de vazamentos da Lava Jato     (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O vazamento de mensagens do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, que mencionam o ex-governador da Bahia e atual ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, não abalaram o prestígio do ministro com a presidente Dilma Rousseff. 

Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, Dilma não teria visto gravidade no conteúdo das mensagens interceptadas pela Operação Lava Jato. A presidente, que está no Rio Grande do Sul com a família por causa do nascimento do segundo neto, acredita, segundo interlocutores, que estão querendo "criminalizar" uma atividade normal: a autoridade tentar assegurar que a obra não seja paralisada. 

Um dos primeiros a sair em defesa de Wagner foi o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, outra autoridade que pode virar alvo de investigação por causa das mensagens no celular de Léo Pinheiro, relacionadas a arrecadação para a campanha à reeleição de Dilma, em 2014. "Onde há ilícito em governador debater com empresários? Onde há ilícito em se manter contatos trabalhadores ou lideranças da sociedade?", indagou Edinho na quinta-feira. 

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