Dino: ‘se Lula for candidato, todos com Lula’

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) defende a unidade da esquerda em torno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; em entrevista ao jornalista Ricardo Galhardo, do jornal O Estado de S. Paulo, Dino afirma que, sem Lula, a eleição se torna uma corrida franca, em que todos ficam no mesmo patamar; ele enxerga Manuela forte nesse sentido, mas pondera “se Lula for candidato, todos com Lula; se não for é uma eleição aberta”

Presidente da Embratur, Flavio Dino, durante entrevista no Palácio do Planalto sobre a redução dos preços dos hotéis no RJ para o Rio+20
Presidente da Embratur, Flavio Dino, durante entrevista no Palácio do Planalto sobre a redução dos preços dos hotéis no RJ para o Rio+20 (Foto: Gustavo Conde)

247 – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) defende a unidade da esquerda em torno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao jornalista Ricardo Galhardo, do jornal O Estado de S. Paulo, Dino afirma que, sem Lula, a eleição se torna uma corrida franca, em que todos ficam no mesmo patamar. Ele enxerga Manuela forte nesse sentido, mas pondera “se Lula for candidato, todos com Lula; se não for é uma eleição aberta”.

Sobre sua candidata, Manuela D’Ávila, diz: “Todos os candidatos que lideram podem desmanchar, casos do Bolsonaro, da Marina, do Joaquim. Por isso temos que manter a candidatura dela até que se coloque outra dinâmica. Daqui para julho, vamos ver”.

Dino vê o país em um dilema histórico diante da prisão de Lula: “temos dificuldade de prognosticar a presença do Lula na urna (...) Ainda há muito em jogo, muita perspectiva, e acho fundamental que o Lula se mantenha no debate. Levo em conta dois cenários: se Lula for candidato, todos com Lula; se não for é uma eleição aberta”. 

A união das esquerdas também é assunto que toma a preocupação do governador do Maranhão: “acho possível e necessário [a união das esquerdas] para polarizar setores sociais mais amplos e também setores políticos. Se tiver uma eleição fragmentada pode ser que nenhum de nossos candidatos tenha viabilidade e isso pode resultar numa tragédia: ficarmos fora do segundo turno. Por isso acho importante, por exemplo, Ciro e Haddad conversarem”.

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