Economia terá choque duro e impopular em governo Temer

Roberto Brant, ex-ministro da Previdência do governo Fernando Henrique Cardoso,, disse que um eventual governo do PMDB terá que promover um choque de realidade econômica na sociedade e no Congresso. sob o risco de que cao isso não aconteça,  "as pessoas vão achar que, votado o impeachment, podem voltar para casa e começar a gastar por conta. Elas precisam saber que o Estado está arruinado", afirmou; Brant, que foi um dos coordenadores do documento Uma Ponte para o Futuro, apresentado pelo PMDB como uma alternativa à economia, disse que as medidas serão duras e impopulares; "Esse documento não foi feito para enfrentar o voto popular. Com um programa desses não se vai para uma eleição", afirmou

Roberto Brant, ex-ministro da Previdência do governo Fernando Henrique Cardoso,, disse que um eventual governo do PMDB terá que promover um choque de realidade econômica na sociedade e no Congresso. sob o risco de que cao isso não aconteça,  "as pessoas vão achar que, votado o impeachment, podem voltar para casa e começar a gastar por conta. Elas precisam saber que o Estado está arruinado", afirmou; Brant, que foi um dos coordenadores do documento Uma Ponte para o Futuro, apresentado pelo PMDB como uma alternativa à economia, disse que as medidas serão duras e impopulares; "Esse documento não foi feito para enfrentar o voto popular. Com um programa desses não se vai para uma eleição", afirmou
Roberto Brant, ex-ministro da Previdência do governo Fernando Henrique Cardoso,, disse que um eventual governo do PMDB terá que promover um choque de realidade econômica na sociedade e no Congresso. sob o risco de que cao isso não aconteça,  "as pessoas vão achar que, votado o impeachment, podem voltar para casa e começar a gastar por conta. Elas precisam saber que o Estado está arruinado", afirmou; Brant, que foi um dos coordenadores do documento Uma Ponte para o Futuro, apresentado pelo PMDB como uma alternativa à economia, disse que as medidas serão duras e impopulares; "Esse documento não foi feito para enfrentar o voto popular. Com um programa desses não se vai para uma eleição", afirmou (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ex-ministro da Previdência do governo Fernando Henrique Cardoso, Roberto Brant, disse que um eventual governo do PMDB terá que promover um choque de realidade econômica na sociedade e no Congresso. Caso não faço isso, "as pessoas vão achar que, votado o impeachment, podem voltar para casa e começar a gastar por conta. Elas precisam saber que o Estado está arruinado", afirmou. Brant foi um dos coordenadores do documento Uma Ponte para o Futuro, apresentado pelo PMDB como uma alternativa à economia. Segundo ele, "esse documento não foi feito para enfrentar o voto popular. Com um programa desses não se vai para uma eleição".

Brant disse, em entrevista ao Estadão, que com as regras que o Estado precisa seguir hoje, você pode colocar qualquer um na presidente da República, pode colocar um Armínio Fraga, mas se não deixarem que ele mude as regras que estão aí, daqui a um ano estamos na mesma desgraça ou até pior. Não sei exatamente o que eles vão fazer, mas sei que Michel (Temer) leu várias vezes o Ponte para o Futuro. Mudou muitas coisas. Pediu para inverter a ordem de outras", afirmou.

Para Brant, o programa Ponte para o futuro é um conjunto de medidas impopulares, mas necessárias. "O conjunto da sociedade não tem obrigação de compreender essas questões herméticas de orçamento, Previdência, de relações Banco Central e Tesouro Nacional. Não tem noção do que seja a trajetória da dívida. E as pessoas querem mais. Elas não querem menos. Se perguntar os que elas esperam do Estado brasileiro, vão dizer que querem mais. Mais saúde, mais educação, mais segurança pública, mais infraestrutura e menos impostos", observou.

Segundo ele, "o primeiro princípio da governança é dizer a verdade. Vai ser preciso pedir 15 a 20 minutos de rede nacional e dizer a verdade sobre o que vem pela frente. Se não, as pessoas vão achar que, votado o impeachment, podem voltar para casa e começar a gastar por conta. Elas precisam saber que o Estado está arruinado", afirmou.

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