Edson Fachin vai relatar ação da AGU contra o golpe

O mandado de segurança impetrado nesta quinta-feira, 14, pelo ministro José Eduardo Cardozo no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o processo de impeachment será relatado pelo ministro Edson Fachin; Cardozo argumenta que o processo está "contaminado", com a inclusão da delação do senador Delcídio do Amaral; já a ADI movida pelo PCdoB, solicitando que o STF determine ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que a ordem de votação da sessão do impeachment seja alternada, será relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello  

O mandado de segurança impetrado nesta quinta-feira, 14, pelo ministro José Eduardo Cardozo no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o processo de impeachment será relatado pelo ministro Edson Fachin; Cardozo argumenta que o processo está "contaminado", com a inclusão da delação do senador Delcídio do Amaral; já a ADI movida pelo PCdoB, solicitando que o STF determine ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que a ordem de votação da sessão do impeachment seja alternada, será relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello
 
O mandado de segurança impetrado nesta quinta-feira, 14, pelo ministro José Eduardo Cardozo no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o processo de impeachment será relatado pelo ministro Edson Fachin; Cardozo argumenta que o processo está "contaminado", com a inclusão da delação do senador Delcídio do Amaral; já a ADI movida pelo PCdoB, solicitando que o STF determine ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que a ordem de votação da sessão do impeachment seja alternada, será relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello   (Foto: Aquiles Lins)

247 - O Mandado de Segurança impetrado nesta quinta-feira, 14, no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Advogacia-Geral da União (AGU) para suspender o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff será relatado pelo ministro Edson Fachin. Informação foi divulgada pelo portal jurídico Jotainfo.

Na ação, o governo diz que a inclusão da delação do senador Delcídio do Amaral (sem partido) "maculou" impeachment, e pede a anulação de procedimentos do impeachment porque a advogada Janaína Paschoal e o jurista Miguel Reale Júnior, autores do pedido de impeachment, falaram na Câmara sobre temas estranhos ao caso. 

Em entrevista coletiva, José Eduardo Cardozo disse que o processo foi "contaminado". "Na medida em que se discutiu tudo nesse processo, já houve uma contaminação. Os deputados poderiam estar falando de outros fatos", argumentou Cardozo. "Isso trouxe um problema para a defesa. A presidente está sendo acusada pelos dois pontos que estavam sacramentados ou sobre tudo?", questionou (leia mais).

Já a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.498, ajuizada pelo PCdoB no STF, pede que o STF determine à Câmara que ordem de votação da sessão do impeachment seja alternada, será relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello.

 

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