El País: Eduardo Cunha perde a última posição que o prendia à vida pública

Jornalistas e veículos de imprensa do mundo todo repercutem a queda de Eduardo Cunha se referindo ao peemedebista como mentor do impeachment; "Brasil expulsa deputado que impulsionou impeachment de Rousseff", projetam The Guardian, France 24, Business Insider, AFP e Al Arabiya; "Após impeachment de Rousseff, seu principal acusador é destituído do cargo", registra o NYT; "O poderoso Eduardo Cunha perde a última posição que o prendia à vida pública", relata o El País; a Bloomberg descreve Cunha como autor intelectual do impeachment e um dos legisladores mais influentes no Brasil, enquanto o El Espectador refere-se a ele como o "cérebro por trás da destituição de Dilma"

Jornalistas e veículos de imprensa do mundo todo repercutem a queda de Eduardo Cunha se referindo ao peemedebista como mentor do impeachment; "Brasil expulsa deputado que impulsionou impeachment de Rousseff", projetam The Guardian, France 24, Business Insider, AFP e Al Arabiya; "Após impeachment de Rousseff, seu principal acusador é destituído do cargo", registra o NYT; "O poderoso Eduardo Cunha perde a última posição que o prendia à vida pública", relata o El País; a Bloomberg descreve Cunha como autor intelectual do impeachment e um dos legisladores mais influentes no Brasil, enquanto o El Espectador refere-se a ele como o "cérebro por trás da destituição de Dilma"
Jornalistas e veículos de imprensa do mundo todo repercutem a queda de Eduardo Cunha se referindo ao peemedebista como mentor do impeachment; "Brasil expulsa deputado que impulsionou impeachment de Rousseff", projetam The Guardian, France 24, Business Insider, AFP e Al Arabiya; "Após impeachment de Rousseff, seu principal acusador é destituído do cargo", registra o NYT; "O poderoso Eduardo Cunha perde a última posição que o prendia à vida pública", relata o El País; a Bloomberg descreve Cunha como autor intelectual do impeachment e um dos legisladores mais influentes no Brasil, enquanto o El Espectador refere-se a ele como o "cérebro por trás da destituição de Dilma" (Foto: Romulo Faro)

247 - "Brasil expulsa deputado que impulsionou impeachment de Rousseff", projetam The Guardian, France 24, Business Insider, AFP e Al Arabiya. "Após impeachment de Rousseff, seu principal acusador é destituído do cargo", registra o NYT.

"O poderoso Eduardo Cunha perde a última posição que o prendia à vida pública", relata o El País. A Bloomberg descreve Cunha como autor intelectual do impeachment e um dos legisladores mais influentes no Brasil, enquanto o El Espectador refere-se a ele como o "cérebro por trás da destituição de Dilma".

New China, BBC e Reuterslançam chamadas mais diretas. "Câmara expulsa ex-presidente da Casa por mentir sobre existência de contas na Suíça", relata a agência. No YouTube, Euro News e Hispan Tv utilizam a expressão "arquiteto do impeachment".

A organização alemã Transparência Internacional ainda usa o deputado cassado como "garoto propaganda" de uma campanha contra a corrupção pelo mundo: segundo o vídeo promocional, Cunha é o "Mr. Trust do Brasil". No cenário internacional, vale registrar que NTN 24 e El Nacional repercutem que o governo brasileiro expressou preocupação com "detenções arbitrárias" na Venezuela.

No Twitter, parte das mensagens publicadas por perfis influenciadores relacionam Eduardo Cunha à expressão "líder do impeachment" - é o caso de Ian Bremmer, diretor do Eurasia Group. "O agora ex-deputado, Eduardo Cunha, também culpou a administração Temer por sua derrota. Mais crise política à frente no Brasil?", questiona Mauricio Savarese, da AP.

"No Brasil, o novo presidente não pode concorrer em 2018; o ex-presidente da Câmara está inelegível até 2027, mas a ex-presidente destituída pode se candidatar em dois anos", observa a jornalista Donna Bowater.

Paulo Trevisani, do WSJ, cita que Rousseff e Cunha enfrentaram uma "batalha épica" no último ano. "Agora os dois se foram", complementa. Mac Margolis, da Bloomberg, foca na Operação Lava Jato. "No Brasil, o escândalo de ontem encontra o de hoje. Publicitário preso diz que subornos da Petrobras financiaram o Instituto Lula", comenta.

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