Em seu golpe misógino, Temer reduz mulheres no 1º escalão a nível de 2002

O golpe parlamentar que alçou Michel Temer ao Palácio do Planalto retrocedeu em 15 anos a proporção de mulheres nos cargos mais altos de confiança no Executivo federal; segundo levantamento feito pela Folha de S. Paulo com dados do Ministério do Planejamento, nas funções de confiança com remuneração média de R$ 20 mil, as mulheres são apenas 22% —ou seja, não chegam a um quarto do total dessas vagas; quando Fernando Henrique deixou o governo, no fim de 2002, a taxa era de 21,5%. Em abril de 2016, antes de Dilma Rousseff deixar a Presidência, a taxa era de 26,2%

O golpe parlamentar que alçou Michel Temer ao Palácio do Planalto retrocedeu em 15 anos a proporção de mulheres nos cargos mais altos de confiança no Executivo federal; segundo levantamento feito pela Folha de S. Paulo com dados do Ministério do Planejamento, nas funções de confiança com remuneração média de R$ 20 mil, as mulheres são apenas 22% —ou seja, não chegam a um quarto do total dessas vagas; quando Fernando Henrique deixou o governo, no fim de 2002, a taxa era de 21,5%. Em abril de 2016, antes de Dilma Rousseff deixar a Presidência, a taxa era de 26,2%
O golpe parlamentar que alçou Michel Temer ao Palácio do Planalto retrocedeu em 15 anos a proporção de mulheres nos cargos mais altos de confiança no Executivo federal; segundo levantamento feito pela Folha de S. Paulo com dados do Ministério do Planejamento, nas funções de confiança com remuneração média de R$ 20 mil, as mulheres são apenas 22% —ou seja, não chegam a um quarto do total dessas vagas; quando Fernando Henrique deixou o governo, no fim de 2002, a taxa era de 21,5%. Em abril de 2016, antes de Dilma Rousseff deixar a Presidência, a taxa era de 26,2% (Foto: Aquiles Lins)

247 - O golpe parlamentar que alçou Michel Temer ao Palácio do Planalto retrocedeu em 15 anos a proporção de mulheres nos cargos mais altos de confiança no Executivo federal.

Segundo levantamento feito pela Folha de S. Paulo com dados do Ministério do Planejamento, nas funções de confiança com remuneração média de R$ 20 mil, as mulheres são apenas 22% —ou seja, não chegam a um quarto do total dessas vagas.

Quando Fernando Henrique deixou o governo, no fim de 2002, a taxa era de 21,5%. Em abril de 2016, antes de Dilma Rousseff deixar a Presidência, a taxa era de 26,2%.

O cálculo considera parte dos cargos em comissão do grupo DAS (sigla para Direção e Assessoramento Superiores), que são divididos em níveis de 1 a 6 -quanto maior o nível, mais alto o salário do servidor. Os patamares 5 e 6, considerados no levantamento, são as funções mais elevadas, atribuídas, por exemplo, a assessores especiais e secretários de ministérios.

Se forem considerados também os níveis 1 a 4, que estão abaixo dos outros dois, a proporção de mulheres é, segundo os dados mais recentes, de 42,7% do total de cargos comissionados. A inserção das funcionárias cai, contudo, nos níveis mais altos e com remunerações melhores -comportamento que também é verificado na iniciativa privada, segundo especialistas.

As informações são da Folha de S. Paulo

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