‘Estamos na guerra e, se morrer, faz parte’, diz Jucá sobre lista de Janot

Um dos integrantes da nova edição da Lista de Janot, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder de Michel Temer no Senado, pressente que o fim de sua carreira pode estar mais próximo do que nunca; ícone do golpe parlamentar de 2016, quando foi flagrado defendendo um "amplo acordo, com Supremo, com tudo, para estancar a sangria" da Lava Jato, Jucá disse que o Congresso não pode ficar paralisado, "tremendo", mas admitiu: "Estamos na guerra e, se morrer na guerra, acontece, faz parte"; além de Jucá, também estão na lista os senadores Eunício Oliveira, Renan Calheiros, Edison Lobão, ambos do PMDB, e José Serra e Aécio Neves, do PSDB, e ao menos cinco ministros de Michel Temer 

‘Estamos na guerra e, se morrer, faz parte’, diz Jucá sobre lista de Janot
‘Estamos na guerra e, se morrer, faz parte’, diz Jucá sobre lista de Janot (Foto: Waldemir Barreto)

247 - Um dos integrantes da nova edição da Lista de Janot, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder de Michel Temer no Senado, pressente que o fim de sua carreira pode estar mais próximo do que nunca.

Ícone do golpe parlamentar de 2016, quando foi flagrado defendendo um "amplo acordo, com Supremo, com tudo, para estancar a sangria" da Lava Jato, Jucá disse que o Congresso não pode ficar paralisado, "tremendo", mas admitiu ao Globo: "Estamos na guerra e, se morrer na guerra, acontece, faz parte".

Rodrigo Janot, enviou nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) 83 pedidos de abertura de inquérito contra parlamentares e ministros de Estado. Os suspeitos foram citados na delação premiada de 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht. Além de Jucá, também estão na lista os senadores Eunício Oliveira, Renan Calheiros, Edison Lobão, ambos do PMDB, e José Serra e Aécio Neves, do PSDB, e ao menos cinco ministros de Michel Temer.

 

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