Eunício e Renan travam guerra no PMDB por comando do Senado

A cúpula do PMDB iniciou uma batalha interna pela reacomodação de espaços na bancada e no próprio Senado; o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), reforçou a movimentação na bancada do partido para consolidar sua candidatura à sucessão de Renan Calheiros e já negocia postos na Mesa do Senado com outros partidos, como o PT e o PSDB; nos bastidores, Eunício e Renan têm divergido sobre a nova configuração da Casa: sem o poder de antes, Renan quer ser o novo líder ou presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), enquanto Eunício prefere fazer Raimundo Lira (PMDB-PB) o novo líder da bancada

A cúpula do PMDB iniciou uma batalha interna pela reacomodação de espaços na bancada e no próprio Senado; o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), reforçou a movimentação na bancada do partido para consolidar sua candidatura à sucessão de Renan Calheiros e já negocia postos na Mesa do Senado com outros partidos, como o PT e o PSDB; nos bastidores, Eunício e Renan têm divergido sobre a nova configuração da Casa: sem o poder de antes, Renan quer ser o novo líder ou presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), enquanto Eunício prefere fazer Raimundo Lira (PMDB-PB) o novo líder da bancada
A cúpula do PMDB iniciou uma batalha interna pela reacomodação de espaços na bancada e no próprio Senado; o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), reforçou a movimentação na bancada do partido para consolidar sua candidatura à sucessão de Renan Calheiros e já negocia postos na Mesa do Senado com outros partidos, como o PT e o PSDB; nos bastidores, Eunício e Renan têm divergido sobre a nova configuração da Casa: sem o poder de antes, Renan quer ser o novo líder ou presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), enquanto Eunício prefere fazer Raimundo Lira (PMDB-PB) o novo líder da bancada (Foto: Valter Lima)

247 - A cúpula do PMDB iniciou uma batalha interna pela reacomodação de espaços na bancada e no próprio Senado. As articulações têm envolvido o próprio presidente Michel Temer. O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), reforçou a movimentação na bancada do partido para consolidar sua candidatura à sucessão de Renan Calheiros e já negocia postos na Mesa do Senado com outros partidos, como o PT e o PSDB. Nos bastidores, Eunício e Renan têm divergido sobre a nova configuração da Casa: sem o poder de antes, Renan quer ser o novo líder ou presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), enquanto Eunício prefere fazer Raimundo Lira (PMDB-PB) o novo líder da bancada.

Eunício conseguiu fazer uma dobradinha com Lira e disse a aliados que seu nome é “consenso na bancada”. A irritação de Eunício, segundo aliados, é que Renan ainda trabalha por uma candidatura de Romero Jucá (PMDB-RR) ao comando do Senado, num acordo que envolveria a próxima presidência da Casa, em 2018. O acerto seria em para daqui a dois anos, mas Eunício nem com isso quer se comprometer.

O temor de aliados de Eunício é que Renan queira manter o controle do poder no Senado, através da liderança da bancada e com Jucá na presidência. Eunício, segundo aliados, não quer ser refém da pauta de Renan, que trava uma queda de braço com o Ministério Público e o Judiciário. Na disputa de poder, Renan poderia até ficar com a CCJ, mas foi avisado que a pauta contra o Ministério Público e o Judiciário não teria o apoio de Eunício, caso ele seja o novo presidente do Senado.

Eunício esteve com Temer na última semana, avaliando o quadro no Senado. Ele teve que desmentir informações de que estaria desistindo de disputar. Raimundo Lira quer ser o líder do PMDB, cargo também cobiçado pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Mas Lira ganhou pontos como presidente da comissão de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O nome do PSDB na chapa de Eunício deve ser o do líder Paulo Bauer (SC). A ideia nas negociações é que o PT indique José Pimentel (CE) para Mesa. Mas Lindbergh Farias (PT-RJ) e outros senadores da oposição ameaçam lançar candidatura alternativa ao comando do Senado. Roberto Requião (PMDB-PR) seria o candidato dissidente das esquerdas.

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