Eunício nega ter recebido propina da Odebrecht: 'delatores inventam'

Acusado pelo ex-executivo da Odebrecht Cluadio Melo Filho de ter recebido R$ 2,1 milhões em propina para aprovar Medida Provisória de interesse da empreiteira, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), favorito para eleição da presidência do Senado, diz que o delator não tem como provar seu envolvimento; "Não sou investigado. Sei o que fiz e o que não fiz. Tenho tranquilidade em relação a qualquer citação [a meu nome na Lava Jato]. Porque as pessoas, numa hora dessas de desespero, falam e ninguém pode impedir", afirma Eunício, que é identificado como "Índio" pela empreiteira

Acusado pelo ex-executivo da Odebrecht Cluadio Melo Filho de ter recebido R$ 2,1 milhões em propina para aprovar Medida Provisória de interesse da empreiteira, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), favorito para eleição da presidência do Senado, diz que o delator não tem como provar seu envolvimento; "Não sou investigado. Sei o que fiz e o que não fiz. Tenho tranquilidade em relação a qualquer citação [a meu nome na Lava Jato]. Porque as pessoas, numa hora dessas de desespero, falam e ninguém pode impedir", afirma Eunício, que é identificado como "Índio" pela empreiteira
Acusado pelo ex-executivo da Odebrecht Cluadio Melo Filho de ter recebido R$ 2,1 milhões em propina para aprovar Medida Provisória de interesse da empreiteira, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), favorito para eleição da presidência do Senado, diz que o delator não tem como provar seu envolvimento; "Não sou investigado. Sei o que fiz e o que não fiz. Tenho tranquilidade em relação a qualquer citação [a meu nome na Lava Jato]. Porque as pessoas, numa hora dessas de desespero, falam e ninguém pode impedir", afirma Eunício, que é identificado como "Índio" pela empreiteira (Foto: Aquiles Lins)

247 - O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), favorito para a eleição à presidência do Senado no lugar de Renan Calheiros (PMDB-AL), negou neste sábado, 28, que tenha recebido propina da Odebrecht, em cuja lista apreendida pela operação Lava Jato, é identificado como "Índio". 

"Não sou investigado. Sei o que fiz e o que não fiz. Tenho tranquilidade em relação a qualquer citação [a meu nome na Lava Jato]. Porque as pessoas, numa hora dessas de desespero, falam e ninguém pode impedir", afirma Eunício em entrevista à Folha. 

O senador peemedebista minimizou a acusação do ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho, que o acusa de ter recebido R$ 2,1 milhões em propina para aprovar uma Medida Provisória de interesse da empreiteira. "A MP 613. Não fui presidente da MP, não fui líder, vice-presidente, relator, não fiz uma emenda supressiva ou aditiva... Raciocine um pouquinho: você não me conhece, nunca me viu, como eu te estuprei?", questiona Eunício.

Ele reconhece que conhece Claudio Melo Filho, mas  de "encontrar em avião e restaurante". "Não é relação de amizade. Uma história qualquer um conta. Quero provas de que recebi o dinheiro", afirma. "

Sobre o apoio de parte de senadores do PT à sua eleição no Senado, Eunício Oliveira diz que quer preservar a proporcionalidade de cada legenda. "Conversei com o líder do PT [Humberto Costa], com Jorge Viana (PT-AC), Paulo Rocha (PT-BA), inclusive com Lindbergh (PT-RJ), dizendo: "não misturem as coisas. Aqui é o espaço que vocês conquistaram nas ruas e quero preservar", afirmou.

Leia a entrevista na íntegra

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