Fachin revolta STF e Palocci entra com habeas corpus para ficar na segunda turma

Advogados do ex-ministro Antonio Palocci entraram com um recurso no STF para que o Habeas Corpus impetrado por ele seja analisado pela Segunda Turma, e não pelo plenário, como determinou o ministro Edson Fachin, ao negar a soltura do ex-ministro; a decisão de Fachin gerou irritação generalizada entre os membros da Segunda Turma; segundo a coluna Painel, da Folha, integrantes e assessores da corte não economizaram críticas a Fachin, dizendo que ele deu provas de que não tem "calosidade" para ocupar a posição em que está

Advogados do ex-ministro Antonio Palocci entraram com um recurso no STF para que o Habeas Corpus impetrado por ele seja analisado pela Segunda Turma, e não pelo plenário, como determinou o ministro Edson Fachin, ao negar a soltura do ex-ministro; a decisão de Fachin gerou irritação generalizada entre os membros da Segunda Turma; segundo a coluna Painel, da Folha, integrantes e assessores da corte não economizaram críticas a Fachin, dizendo que ele deu provas de que não tem "calosidade" para ocupar a posição em que está
Advogados do ex-ministro Antonio Palocci entraram com um recurso no STF para que o Habeas Corpus impetrado por ele seja analisado pela Segunda Turma, e não pelo plenário, como determinou o ministro Edson Fachin, ao negar a soltura do ex-ministro; a decisão de Fachin gerou irritação generalizada entre os membros da Segunda Turma; segundo a coluna Painel, da Folha, integrantes e assessores da corte não economizaram críticas a Fachin, dizendo que ele deu provas de que não tem "calosidade" para ocupar a posição em que está (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Advogados do ex-ministro Antonio Palocci entraram com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o Habeas Corpus impetrado por ele seja analisado pela Segunda Turma, e não pelo plenário, como determinou o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, ao negar a soltura do ex-ministro.

Gerou irritação generalizada entre os membros da Segunda Turma a decisão de Fachin de enviar o julgamento do HC de Palocci para o plenário do Supremo.  Segundo a coluna Painel, da Folha, integrantes e assessores da corte não economizaram críticas a Fachin. Disseram que ele deu provas de que não tem "calosidade" para ocupar a posição em que está. Houve ainda ironia pelo fato de a decisão ter sido combinada com a presidente do Supremo, Cármen Lúcia.

"Integrantes da corte não minimizaram o incômodo e fizeram questão de lembrar que, ganhando ou perdendo no plenário, Fachin terá de conviver com a segunda turma até o fim da Lava Jato", diz a coluna. 

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