Falcão diz que PT discutirá expulsão de Delcídio

Presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta quinta-feira 26 que o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso nesta quarta-feira no âmbito da Operação Lava Jato, pode ser expulso em reunião da Executiva Nacional do partido, que deve acontecer "nos próximos dias" para discutir o futuro do parlamentar; em nota divulgada ontem, o partido disse não se sentir obrigado a se solidarizar com o senador, uma vez que ele não estava em atividade partidária ao cometer o crime; Falcão disse hoje que a situação de Delcídio Amaral é diferente da do ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, condenado na Lava Jato; "Tem uma diferença clara entre atividade partidária e atividade não partidária", afirmou

Presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta quinta-feira 26 que o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso nesta quarta-feira no âmbito da Operação Lava Jato, pode ser expulso em reunião da Executiva Nacional do partido, que deve acontecer "nos próximos dias" para discutir o futuro do parlamentar; em nota divulgada ontem, o partido disse não se sentir obrigado a se solidarizar com o senador, uma vez que ele não estava em atividade partidária ao cometer o crime; Falcão disse hoje que a situação de Delcídio Amaral é diferente da do ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, condenado na Lava Jato; "Tem uma diferença clara entre atividade partidária e atividade não partidária", afirmou
Presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta quinta-feira 26 que o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso nesta quarta-feira no âmbito da Operação Lava Jato, pode ser expulso em reunião da Executiva Nacional do partido, que deve acontecer "nos próximos dias" para discutir o futuro do parlamentar; em nota divulgada ontem, o partido disse não se sentir obrigado a se solidarizar com o senador, uma vez que ele não estava em atividade partidária ao cometer o crime; Falcão disse hoje que a situação de Delcídio Amaral é diferente da do ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, condenado na Lava Jato; "Tem uma diferença clara entre atividade partidária e atividade não partidária", afirmou (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse nesta quinta-feira 26 que uma reunião da Executiva Nacional do partido discutirá "nos próximos dias" o destino do senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso ontem pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, e que pode definir pela expulsão do parlamentar dos quadros da legenda.

Delcídio foi flagrado em gravação de áudio negociando a fuga do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e oferecendo uma pensão mensal de R$ 50 mil à família de Cerveró caso ele não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. O STF autorizou a prisão do senador com base na acusação de que ele estaria interferindo nas investigações.

Em nota, o PT declarou ontem que "não se julga obrigado a qualquer gesto de solidariedade" com o senador, uma vez que ele não se encontrava em atividade partidária, mas parlamentar, quando cometeu o crime. Hoje, Falcão comparou a situação de Delcídio com a do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso e condenado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva pela Lava Jato. Para ele, as duas são muito diferentes.

"Tem uma diferença clara entre atividade partidária e atividade não partidária", disse Falcão, que acompanhou um evento do Instituto Lula em São Paulo. O partido sempre defendeu Vaccari e não considerava sua expulsão.

Segundo o dirigente petista, a data da reunião que deverá definir se Delcídio será expulso não está definida, mas a expectativa é que ela seja realizada na próxima semana. "Temos que consultar a agenda dos 18 membros da Executiva, mas seguramente será nos próximos dias", disse.

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