Feliciano diz que Celso de Mello cometeu improbidade ao comentar censura sobre livros da Bienal

"Saudade do recato dos juízes que só falavam nos autos", desabafou o deputado

(Foto: Câmara dos Deputados)
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Revista Fórum - O deputado federal Marco Feliciano (PSC), presidente da Assembleia de Deus, criticou o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) por ter se posicionado contra a censura do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, a livros com temática LGBT. Feliciano disse que o ministro cometeu “impobridade administrativa” por falar sobre uma questão “já judicializada”.

“O ministro Celso de Mello, do STF, considerou fato gravíssimo a censura a livros da Bienal do Livro do Rio. Agindo assim, afronta a lei, influencia a decisão dos juízes e antecipa seu voto”, começou Feliciano. “Os ministros do STF têm que entender que podem muito, mas não podem tudo”, atacou.

Em seguida, o deputado cita a Lei Orgânica da Magistratura (LC 35/79), alegando que o ministro a afrontou ao comentar sobre uma questão “já judicializada e pendente de julgamento em instância inferior, e que julgará no futuro”. “Saudade do recato dos juízes que só falavam nos autos”, concluiu.

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