Feliz da vida, Barbosa faz balanço positivo de 2013

Em alta nas pesquisas de opinião, presidente do STF diz a jornalistas, em Brasília, que ano foi didático para público entender que "longa tradição" de proteção a condenados ilustres se rompeu com a AP 470; "Não há por que se criar exceções para A, B ou C em função dos cargos que exercem", pontificou Joaquim Barbosa; "Essa é a novidade deste ano"; cobrado pelos critérios diferenciados aplicados na decretação da prisão de ex-deputados e na manutenção da liberdade, até aqui, para Roberto Jefferson, delator do chamado mensalão, Barbosa saiu-se com essa: "Nesses próximos dias, devo soltar algumas decisões que estavam pendentes por absoluta falta de tempo"

Em alta nas pesquisas de opinião, presidente do STF diz a jornalistas, em Brasília, que ano foi didático para público entender que "longa tradição" de proteção a condenados ilustres se rompeu com a AP 470; "Não há por que se criar exceções para A, B ou C em função dos cargos que exercem", pontificou Joaquim Barbosa; "Essa é a novidade deste ano"; cobrado pelos critérios diferenciados aplicados na decretação da prisão de ex-deputados e na manutenção da liberdade, até aqui, para Roberto Jefferson, delator do chamado mensalão, Barbosa saiu-se com essa: "Nesses próximos dias, devo soltar algumas decisões que estavam pendentes por absoluta falta de tempo"
Em alta nas pesquisas de opinião, presidente do STF diz a jornalistas, em Brasília, que ano foi didático para público entender que "longa tradição" de proteção a condenados ilustres se rompeu com a AP 470; "Não há por que se criar exceções para A, B ou C em função dos cargos que exercem", pontificou Joaquim Barbosa; "Essa é a novidade deste ano"; cobrado pelos critérios diferenciados aplicados na decretação da prisão de ex-deputados e na manutenção da liberdade, até aqui, para Roberto Jefferson, delator do chamado mensalão, Barbosa saiu-se com essa: "Nesses próximos dias, devo soltar algumas decisões que estavam pendentes por absoluta falta de tempo" (Foto: Ana Pupulin)
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247 – Fazendo um balanço extremamente positivo sobre sua atuação à frente do Supremo Tribunal Federal em 2013, o ministro Joaquim Barbosa afirmou a jornalistas, em Brasília, que as prisões que ele decretou na Ação Penal 470, o chamado mensalão, quebram "uma longa tradição" que beneficiava condenados ilustres.

"Eu acho que, em democracia, não diria que é um fato banal, mas, desde que demonstrada a violação de normas penais, não há por que se criar exceções para A, B ou C em função dos cargos que exercem. Essa é a novidade deste ano, rompimento com uma tradição longa", afirmou ele, logo após encerrar a última sessão do ano.

Foram presos por determinação de Barbosa, até agora, os ex-deputados José Dirceu e José Genoino, do PT, Valdemar Costa Neto, do PR, e Pedro Henry, do PP. Os três últimos reunciaram ao seus mandatos. Não há, ainda, decreto de prisão contra o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), que continua livre em seu sítio no interior do Rio de Janeiro. Cobrado pelo uso de tempos modelos diferentes para aplicar as condenações, Barbosa botou a culpa no tempo.

"Nesses próximos dias, devo soltar algumas decisões que estavam pendentes por absoluta falta de tempo", justificou o presidente do STF, sem tocar, no entanto, no caso cocreto de Jefferson. O ex-presidente do PTB está condenado a sete anos de prisão em regime semiaberto. Barbosa deve decidir se concede prisão domiciliar definitiva para Genoino, que está temporariamente na casa de uma das filhas, em Brasília, e se manda prender Jefferson, delator do esquema.

Sorridente e simpático hoje, Barbosa, em alta nas pesquisas de opinião pública, não parece ter pressa.

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