FHC agora esfria golpe e diz que Dilma é honesta

Depois de um ano marcado pela ofensiva golpista do PSDB, liderada pelo senador Aécio Neves (MG), em parceria com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que segundo a Procuradoria-Geral da República ocultou um patrimônio de R$ 61 milhões, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tenta encontrar uma saída para os tucanos; "Não acho que (Dilma) tenha cometido abuso de poder em benefício próprio", afirmou Fernando Henrique ao jornal argentino Clarín; sem argumento para justificar a saída da presidente, FHC admite: "Não acho que vá renunciar"; também à imprensa argentina, o senador Aécio Neves, artífice do golpismo paraguaio, afirmou que o Brasil tem "uma presidente que apenas cumpre os ritos constitucionais"

Depois de um ano marcado pela ofensiva golpista do PSDB, liderada pelo senador Aécio Neves (MG), em parceria com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que segundo a Procuradoria-Geral da República ocultou um patrimônio de R$ 61 milhões, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tenta encontrar uma saída para os tucanos; "Não acho que (Dilma) tenha cometido abuso de poder em benefício próprio", afirmou Fernando Henrique ao jornal argentino Clarín; sem argumento para justificar a saída da presidente, FHC admite: "Não acho que vá renunciar"; também à imprensa argentina, o senador Aécio Neves, artífice do golpismo paraguaio, afirmou que o Brasil tem "uma presidente que apenas cumpre os ritos constitucionais"
Depois de um ano marcado pela ofensiva golpista do PSDB, liderada pelo senador Aécio Neves (MG), em parceria com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que segundo a Procuradoria-Geral da República ocultou um patrimônio de R$ 61 milhões, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tenta encontrar uma saída para os tucanos; "Não acho que (Dilma) tenha cometido abuso de poder em benefício próprio", afirmou Fernando Henrique ao jornal argentino Clarín; sem argumento para justificar a saída da presidente, FHC admite: "Não acho que vá renunciar"; também à imprensa argentina, o senador Aécio Neves, artífice do golpismo paraguaio, afirmou que o Brasil tem "uma presidente que apenas cumpre os ritos constitucionais" (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) amenizou o tom das críticas à presidente Dilma Rousseff, depois da ofensiva golpista patrocina pelo seu partido, e liderada pelo presidente nacional da legenda, o senador Aécio Neves. 

Em entrevista ao jornal argentino Clarín, admitiu novamente que as acusações contra Dilma não têm consistência para retirá-la do cargo. "Não acho que (Dilma) tenha cometido abuso de poder em benefício próprio", afirmou. Segundo o ex-presidente, o "sistema" em que a presidente está foi organizado "a partir desses jogos de manipulação que são corruptos".

No mesmo dia em que, da Suécia, Dilma deu demonstração de prestígio ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmando que ele permanece no governo, mesmo com as críticas do PT, FHC afirmou que Dilma "entregou a economia a quem pensa o oposto dela". "E a condução da política a um partido que não é o seu. Não acho que vá renunciar", contou. 

Também à imprensa argentina, o senador Aécio Neves, artífice do golpismo paraguaio, afirmou que o Brasil tem "uma presidente que já não governa mais, apenas cumpre os ritos constitucionais". Segundo Aécio, Dilma "entregou todo o poder aos membros de sua base aliada, ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), àqueles que depreciou durante seu primeiro mandato, e transferiu a condução política ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

 

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