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FHC contraria PSDB e rechaça 'extinção do PT'

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso discorda da ação movida pelo deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), em nome dos tucanos, pedindo a extinção do PT na Procuradoria-Geral Eleitoral: "O PT representa parcelas da opinião brasileira e, como tal, melhor que continue ativo, que se livre das mazelas que o acometem e que o PSDB se prepare para vencer dele nas urnas", afirmou; segundo ele, se consultado, "diria ser mais apropriado deixar que os procuradores cuidem desse tema"; "O PSDB já fez o que lhe cabe: uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o uso de recursos ilícitos na campanha de 2014”, acrescentou; sobre o impeachment de Dilma, voltou a dizer que avanço do processo ficou difícil 

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso discorda da ação movida pelo deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), em nome dos tucanos, pedindo a extinção do PT na Procuradoria-Geral Eleitoral: "O PT representa parcelas da opinião brasileira e, como tal, melhor que continue ativo, que se livre das mazelas que o acometem e que o PSDB se prepare para vencer dele nas urnas", afirmou; segundo ele, se consultado, "diria ser mais apropriado deixar que os procuradores cuidem desse tema"; "O PSDB já fez o que lhe cabe: uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o uso de recursos ilícitos na campanha de 2014”, acrescentou; sobre o impeachment de Dilma, voltou a dizer que avanço do processo ficou difícil  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou a decisão do PSDB de protocolar na Procuradoria-Geral Eleitoral uma representação em que pede a extinção do PT:

"O PT representa parcelas da opinião brasileira e, como tal, melhor que continue ativo, que se livre das mazelas que o acometem e que o PSDB se prepare para vencer dele nas urnas", afirmou ele, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

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Segundo o tucano, se consultado, "diria ser mais apropriado deixar que os procuradores cuidem desse tema". "O PSDB já fez o que lhe cabe: uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o uso de recursos ilícitos na campanha de 2014”, acrescentou.

Sobre o impeachment de Dilma, voltou a dizer que avanço do processo ficou difícil: "Em um Congresso cujos chefes principais estão sob suspeita judiciária e que, eventualmente tenham usado o impeachment como manobra de defesa de seus interesses e não por sua legitimidade intrínseca, ficou difícil separar alhos de bugalhos", afirmou.

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Ele defende, no entanto, que há base legal para o afastamento e critica a comparação que Dilma fez com a crise política vivida por Getúlio Vargas (1882-1954) foi infeliz.

"O forte da Presidente Dilma não é seu conhecimento da história. O pedido de impeachment de Getúlio se deu em um contexto de alta radicalização política, exacerbada pela Guerra Fria, que envolveu na briga as Forças Armadas e mesmo setores internacionais. Fazia-se crer que haveria a repetição no Brasil da República sindicalista do peronismo" (leia mais).

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