FHC diz que vê risco de Brasil perder conquistas

Ao receber o prêmio "Pessoa do Ano", da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Nova York, ex-presidente tucano diz que teme “desfazer-se no ar” os avanços construídos no Brasil a partir da Constituição de 1988 e fez uma alusão ao bordão usado pelo ex-presidente Lula: 'essa construção de décadas foi feita por gerações e não permite que se diga “nunca neste País antes de mim fez-se tal e tal coisa”'; acompanhado por uma comitiva que incluiu os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, além do ex-senador José Sarney (PMDB), FHC também fez críticas à política econômica adotada após a crise mundial de 2008: “O governo interpretou o que era política de conjuntura como um sinal para fazer marcha à ré”

Ao receber o prêmio "Pessoa do Ano", da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Nova York, ex-presidente tucano diz que teme “desfazer-se no ar” os avanços construídos no Brasil a partir da Constituição de 1988 e fez uma alusão ao bordão usado pelo ex-presidente Lula: 'essa construção de décadas foi feita por gerações e não permite que se diga “nunca neste País antes de mim fez-se tal e tal coisa”'; acompanhado por uma comitiva que incluiu os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, além do ex-senador José Sarney (PMDB), FHC também fez críticas à política econômica adotada após a crise mundial de 2008: “O governo interpretou o que era política de conjuntura como um sinal para fazer marcha à ré”
Ao receber o prêmio "Pessoa do Ano", da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Nova York, ex-presidente tucano diz que teme “desfazer-se no ar” os avanços construídos no Brasil a partir da Constituição de 1988 e fez uma alusão ao bordão usado pelo ex-presidente Lula: 'essa construção de décadas foi feita por gerações e não permite que se diga “nunca neste País antes de mim fez-se tal e tal coisa”'; acompanhado por uma comitiva que incluiu os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, além do ex-senador José Sarney (PMDB), FHC também fez críticas à política econômica adotada após a crise mundial de 2008: “O governo interpretou o que era política de conjuntura como um sinal para fazer marcha à ré” (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em um discurso para uma plateia de 1.200 pessoas, entre empresários, diplomatas e à alta cúpula do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem em Nova York que teme “desfazer-se no ar” os avanços construídos no Brasil a partir da Constituição de 1988.

Ao receber o prêmio "Pessoa do Ano", da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, o tucano fez uma alusão ao bordão usado pelo ex-presidente Lula e disse que essa “construção” de décadas foi feita por gerações e não permite que se diga “nunca neste País antes de mim fez-se tal e tal coisa”; “Um país não se constrói senão pondo tijolo sobre tijolo, obra de gerações.”

Acompanhado por uma comitiva que incluiu os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, além do ex-senador José Sarney (PMDB), FHC também fez críticas à política econômica adotada após a crise mundial de 2008.

“O governo interpretou o que era política de conjuntura como um sinal para fazer marcha à ré”, observou. “Paulatinamente fomos voltando à expansão sem freios do setor estatal, ao descaso com as contas públicas, aos projetos megalômanos que já haviam caracterizado e inviabilizado o êxito de alguns governos do passado.”

O outro homenageado da noite foi o ex-presidente Bill Clinton, que disse que FHC está entre os quatro ou cinco líderes mais extraordinários que conheceu. “Ele era a pessoa certa para o seu tempo. Ele é a pessoa certa para qualquer tempo.”

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