FHC: ”Não dá mais... As ruas são o pavor do povo"

Ex-presidente Fernando Henrique sobe à tribuna do Senado homenageado pelos 20 anos do Plano Real; "Fiz de tudo para convencer o Partido dos Trabalhadores a apoiar o Plano Real", lembrou; "Chamei Lula e Zé Dirceu ao meu apartamento. Conversei com sindicalistas. Eles entendiam, mas iam para a imprensa atacar. Era mentira"; para ele, "o líder que age sozinho não é líder", definiu; hábil, falando de improviso, FHC lembrou que o Real "é o único plano que não está nessa situação", referindo-se a litígio sobre correção da poupança que corre no STF; campanha tucana à Presidência ganha eixo econômico nítido; um dos motes do discurso foi a frase "não dá mais"; "as ruas são o pavor do povo", afirmou; "chegou a hora de mudar"

Ex-presidente Fernando Henrique sobe à tribuna do Senado homenageado pelos 20 anos do Plano Real; "Fiz de tudo para convencer o Partido dos Trabalhadores a apoiar o Plano Real", lembrou; "Chamei Lula e Zé Dirceu ao meu apartamento. Conversei com sindicalistas. Eles entendiam, mas iam para a imprensa atacar. Era mentira"; para ele, "o líder que age sozinho não é líder", definiu; hábil, falando de improviso, FHC lembrou que o Real "é o único plano que não está nessa situação", referindo-se a litígio sobre correção da poupança que corre no STF; campanha tucana à Presidência ganha eixo econômico nítido; um dos motes do discurso foi a frase "não dá mais"; "as ruas são o pavor do povo", afirmou; "chegou a hora de mudar"
Ex-presidente Fernando Henrique sobe à tribuna do Senado homenageado pelos 20 anos do Plano Real; "Fiz de tudo para convencer o Partido dos Trabalhadores a apoiar o Plano Real", lembrou; "Chamei Lula e Zé Dirceu ao meu apartamento. Conversei com sindicalistas. Eles entendiam, mas iam para a imprensa atacar. Era mentira"; para ele, "o líder que age sozinho não é líder", definiu; hábil, falando de improviso, FHC lembrou que o Real "é o único plano que não está nessa situação", referindo-se a litígio sobre correção da poupança que corre no STF; campanha tucana à Presidência ganha eixo econômico nítido; um dos motes do discurso foi a frase "não dá mais"; "as ruas são o pavor do povo", afirmou; "chegou a hora de mudar" (Foto: Felipe L. Goncalves)
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247 – Falando de improviso, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi o principal orador da sessão solene no Senado em homenagem aos 20 anos do Plano Real. "Fiz de tudo para convencer o Partido dos Trabalhadores, mas não deu", lembrou ele sobre a implantação do plano, entre 1993 e 1994.

"Chamei o Lula e o Zé Dirceu ao meu apartamento para explicar o plano para eles, mas eles me perguntavam se eu achava que o PSDB teria candidato para derrotar o favorito deles, que era o Lula", recordou. "Eu dizia que não. Naquele momento o PSDB estava até perto de apoiar o PT".

Sobre o momento presente, Fernando Henrique, da tribuna, afirmou que quando muitos reclamam da economia é porque "algo está desengonçado". Ele afirmou que "estamos chegando ao momento em que algo é preciso ser feito, mudar". Para ele, "o mundo percebeu que está começo de uma nova fase, mas aqui dentro estamos olhando para ao passado. Achamos que é possível continuar isolados, no plano sul-sul".

"Chegou o momento de uma nova palavra, mais jovem, para mostrar ao país quais são os problemas", atalhou ele, na direção do senador Aécio Neves, sentado na Mesa.

"Com 30 partido e 39 ministérios, não dá mais", atacou o ex-presidente. "Não dá mais". Para ele, "estamos atrasados". "Não sou pessimistas, eu sou otimista, podemos recuperar". 

Pontuando um programa de governo, atacou os setores da Educação e da Segurança. "Hoje, as ruas são o pavor do povo. Num país que as coisas estão assim, não dá".

Ao final, após firmar o mote 'não dá mais', o ex-presidente foi direto: "Chegou o momento de mudar. Os outros podem até voltar depois, mas é preciso mudar agora. Chegou o momento, senadores", encerrou.

O PSDB divulgou em seu site, nesta terça-feira 25, um vídeo sobre a história do plano real, destacando a "herança bendita de FHC". Assista abaixo: 

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