Funaro revela que fez pacto de silêncio com Joesley

O doleiro Lúcio Funaro afirmou em seu depoimento que fez uma espécie de ‘pacto de silêncio’ com o empresário Joesley Batista, dono da JBS; rompimento do compromisso firmado entre eles, devido à delação de Joesley, segundo Funaro, resultou na escolha pela colaboração premiada na qual aponta ilícitos praticados por integrantes do PMDB da Câmara; em depoimento sobre o ‘quadrilhão’ do PMDB da Câmara, Funaro revela que ele e Joesley fizeram o pacto quando a Lava Jato começou a mirar nele e no ex-deputado Eduardo Cunha, que continua detido em Curitiba

O doleiro Lúcio Funaro afirmou em seu depoimento que fez uma espécie de ‘pacto de silêncio’ com o empresário Joesley Batista, dono da JBS; rompimento do compromisso firmado entre eles, devido à delação de Joesley, segundo Funaro, resultou na escolha pela colaboração premiada na qual aponta ilícitos praticados por integrantes do PMDB da Câmara; em depoimento sobre o ‘quadrilhão’ do PMDB da Câmara, Funaro revela que ele e Joesley fizeram o pacto quando a Lava Jato começou a mirar nele e no ex-deputado Eduardo Cunha, que continua detido em Curitiba
O doleiro Lúcio Funaro afirmou em seu depoimento que fez uma espécie de ‘pacto de silêncio’ com o empresário Joesley Batista, dono da JBS; rompimento do compromisso firmado entre eles, devido à delação de Joesley, segundo Funaro, resultou na escolha pela colaboração premiada na qual aponta ilícitos praticados por integrantes do PMDB da Câmara; em depoimento sobre o ‘quadrilhão’ do PMDB da Câmara, Funaro revela que ele e Joesley fizeram o pacto quando a Lava Jato começou a mirar nele e no ex-deputado Eduardo Cunha, que continua detido em Curitiba (Foto: José Barbacena)

247 - O doleiro Lúcio Funaro afirmou em seu depoimento que fez uma espécie de ‘pacto de silêncio’ com o empresário Joesley Batista, dono da JBS. O rompimento do compromisso firmado entre eles, devido à delação de Joesley, segundo Funaro, resultou na escolha pela colaboração premiada na qual aponta ilícitos praticados por integrantes do PMDB da Câmara.

Em depoimento sobre o ‘quadrilhão’ do PMDB da Câmara, Funaro revela que ele e Joesley fizeram o pacto quando a Lava Jato começou a mirar nele e no ex-deputado Eduardo Cunha, que continua detido em Curitiba. O acordo, revelou Funaro, previa que Joesley manteria sua família assistida enquanto durasse uma possível prisão.

A preocupação do acionista da JBS teria aumentado após Funaro ter sido alvo da operação Catilinárias, em 15 de dezembro de 2015. Em reunião realizada três dias após a operação, Joesley teria proposto um contrato de R$ 100 milhões para oficializar as dívidas e dar tranquilidade ao agora delator.

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