Gabrielli sinaliza que aceita depor na Câmara

Líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE) protocolou dois requerimentos de convite para que o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli compareça às comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; oposição diz que ele deve explicações sobre declaração de que Dilma Rousseff, então presidente do conselho administrativo da estatal à época da compra de Pasadena, "não pode se eximir de suas responsabilidades"

Líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE) protocolou dois requerimentos de convite para que o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli compareça às comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; oposição diz que ele deve explicações sobre declaração de que Dilma Rousseff, então presidente do conselho administrativo da estatal à época da compra de Pasadena, "não pode se eximir de suas responsabilidades"
Líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE) protocolou dois requerimentos de convite para que o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli compareça às comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; oposição diz que ele deve explicações sobre declaração de que Dilma Rousseff, então presidente do conselho administrativo da estatal à época da compra de Pasadena, "não pode se eximir de suas responsabilidades" (Foto: Roberta Namour)

247 – O ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli tem dito a interlocutores que aceita depor caso seja convidado pelo Congresso para explicar polêmica compra da refinaria de Pasadena (EUA).

O líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE), protocolou nesta terça-feira 22 dois requerimentos de convite para que Gabrielli compareça às comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

Mendonça justifica pedido usando recente declaração de Gabrielli em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, de que Dilma Rousseff, então presidente do conselho administrativo da estatal à época da compra da refinaria (2006), "não pode se eximir de suas responsabilidades".

"Trata-se de oportunidade para que eventuais mal-entendidos sejam esclarecidos, abrindo caminho para que a população brasileira entenda melhor o que se passa nos corredores e escritórios de empresa tão importante para o País", argumentou o Mendonça Filho.

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