Gilmar critica Barroso, que rebate: “não frequento Palácios”

Ao comentar sobre a demissão do chefe da Polícia Federal, o ministro Gilmar Mendes atacou o colega de STF Luis Roberto Barroso, afirmando que ele "fala pelos cotovelos" e "antecipa julgamento"; "Precisaria suspender a própria língua", disse Gilmar; em resposta, Barroso disse ser um juiz independente; "Acho que o Direito deve ser igual para ricos e para pobres, e não é feito para proteger amigos e perseguir inimigos. Não frequento palácios, não troco mensagens amistosas com réus e não vivo para ofender as pessoas", afirmou 

Ao comentar sobre a demissão do chefe da Polícia Federal, o ministro Gilmar Mendes atacou o colega de STF Luis Roberto Barroso, afirmando que ele "fala pelos cotovelos" e "antecipa julgamento"; "Precisaria suspender a própria língua", disse Gilmar; em resposta, Barroso disse ser um juiz independente; "Acho que o Direito deve ser igual para ricos e para pobres, e não é feito para proteger amigos e perseguir inimigos. Não frequento palácios, não troco mensagens amistosas com réus e não vivo para ofender as pessoas", afirmou 
Ao comentar sobre a demissão do chefe da Polícia Federal, o ministro Gilmar Mendes atacou o colega de STF Luis Roberto Barroso, afirmando que ele "fala pelos cotovelos" e "antecipa julgamento"; "Precisaria suspender a própria língua", disse Gilmar; em resposta, Barroso disse ser um juiz independente; "Acho que o Direito deve ser igual para ricos e para pobres, e não é feito para proteger amigos e perseguir inimigos. Não frequento palácios, não troco mensagens amistosas com réus e não vivo para ofender as pessoas", afirmou  (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou o colega de Corte Luis Roberto Barroso nesta quarta-feira, 28. "O Barroso que não sabe o que é alvará de soltura, fala pelos cotovelos. Antecipa julgamento. Fala da malinha rodinha. Precisaria suspender a própria língua", disse Gilmar Mendes, ao comentar sobre a demissão do diretor da Polícia Federal, Fernando Segóvia.

Barroso é relator do inquérito que apura se Temer beneficiou a empresa Rodrimar com a edição de um decreto que prorroga contratos de concessão no porto de Santos, em maio de 2017. Inquérito sobre o qual Segóvia se manifestou. Barroso cobrou oficialmente Segovia por suas declarações sobre o andamento da investigação.

"Malinha", citada por Gilmar, se refere ao episódio em que o ex-assessor especial da Presidência e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi filmado recebendo uma mala de dinheiro em restaurante nos Jardins, na capital paulista. Loures é apontado como intermediário do presidente Michel Temer para assuntos do grupo J&F com o governo. A suspeita da PGR na denúncia é de que Temer seria o destinatário final do dinheiro.

O ministro Luis Roberto Barroso rebateu as críticas de Gilmar Mendes. Em entrevista à jornalista Andreia Sadi, Barroso disse "jamais antecipei julgamento. 

"Jamais antecipei julgamento. Nem falo sobre política. Eu vivo para o bem e para aprimorar as instituições. Sou um juiz independente, que quer ajudar a construir um país melhor e maior. Acho que o Direito deve ser igual para ricos e para pobres, e não é feito para proteger amigos e perseguir inimigos. Não frequento palácios, não troco mensagens amistosas com réus e não vivo para ofender as pessoas", afirmou Barroso. 

 

 

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